EVANGELHO QUOTIDIANOSenhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68 Naqueles dias, o anjo reconduziu-me à entrada do templo, e eis que saía água da sua parte subterrânea, em direcção ao oriente, porque o templo estava voltado para oriente. A água brotava da parte de baixo do lado direito do templo, a sul do altar. Deus é o nosso refúgio e a nossa força, Naquele tempo, por ocasião de uma festa dos judeus, Jesus subiu a Jerusalém. Esta piscina [...] representa a pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo, completamente digno de amor, e a sua água agitada o sangue bendito do Filho de Deus bem-amado, Deus e homem, que nos lavou a todos com o Seu sangue precioso e que, por amor, quer igualmente lavar todos aqueles que se aproximem d'Ele (1Pe 1,19; Ap 7,14). [...] E os doentes simbolizam os homens dados ao orgulho, à cólera, ao ódio, à avareza, à luxúria, o que nos leva a entender que todos os doentes deste género, podendo lavar-se no sangue de Cristo, serão plenamente curados se entretanto descerem a essa água. Neste sentido, os cinco pórticos dessa piscina representam as cinco chagas sagradas de Nosso Senhor, nas quais e pelas quais todos fomos salvos. [...] Começa hoje o Conclave. Confiemos os Cardeais, a Igreja e o mundo à luz e à força do Espírito Santo e esperemos a alegria de ter mais um Papa santo. |
segunda-feira, 11 de março de 2013
Evangelho quotidiano
domingo, 10 de março de 2013
Evangelho quotidiano
EVANGELHO QUOTIDIANOSenhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68 Assim fala o Senhor: «Eu vou criar um novo céu e uma nova terra; o passado não será mais lembrado e não voltará mais à memória. Senhor, eu te enalteço, porque me salvaste Naquele tempo, Jesus saiu da Samaria e foi para a Galileia. «Pois foi para isto que Cristo morreu e voltou à vida: para ser Senhor, tanto dos mortos como dos vivos» (Rm 14,9). Mas «Deus não é Deus de mortos, mas de vivos» (Lc 20,38). Portanto, uma vez que este Senhor dos mortos está vivo, os mortos já não são mortos, mas vivos: a vida reina neles, para que eles vivam sem temer a morte. Do mesmo modo que «Cristo, ressuscitado de entre os mortos, já não morrerá» (Rm 6,9), assim também eles, elevados e libertados do estado perecível, nunca mais verão a morte. Participarão da ressurreição de Cristo, como Ele próprio participou da nossa morte. Com efeito, Cristo desceu à terra para fazer «em pedaços as portas de bronze» e quebrar «as barras de ferro» (Sl 107,16) que estavam fechadas desde sempre, para arrancar a nossa vida do seu estado perecível e nos atrair a Ele, chamando-nos da escravatura à liberdade. Vai começar o Conclave. Nele, o nosso Deus revelará aos Cardeais e ao mundo quem é aquele que escolheu para pastor da Sua Igreja. Peçamos ao Espírito Santo que abra os nossos corações para o acolhermos. |
sábado, 9 de março de 2013
Evangelho quotidiano
EVANGELHO QUOTIDIANOSenhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68 Disse, então, o SENHOR a Josué: «Hoje tirei de sobre vós o opróbrio do Egipto.» E deu-se àquele lugar o nome de Guilgal, até ao dia de hoje. A toda a hora bendirei o Senhor, Por isso, se alguém está em Cristo, é uma nova criação. O que era antigo passou; eis que surgiram coisas novas. Naquele tempo, os publicanos e os pecadores aproximavam-se de Jesus para O ouvirem. «Fiz muito mal em abandonar o meu pai que me amava tanto; dissipei todos os meus bens levando uma vida má; estou todo roto e todo sujo, como é que meu pai me poderá reconhecer como seu filho? Mas lançar-me-ei a seus pés, regá-los-ei com as minhas lágrimas; pedir-lhe-ei apenas para me contar entre os seus servos» [...] Seu pai, que há muito chorava a sua perda, vendo-o vir ao longe, esqueceu a avançada idade que tinha e a má vida do filho e atirou-se-lhe ao pescoço para o beijar. O pobre filho, completamente espantado com o amor que o pai tinha por ele, exclamou: «Já não mereço ser chamado teu filho, coloca-me apenas entre os teus servos». «Não, não, meu filho», exclama o pai, «está tudo esquecido, pensemos apenas em nos alegrar. Tragam a melhor túnica para lhe vestir; tragam o vitelo gordo e matem-no e alegremo-nos; porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi encontrado». Eis-nos em plena "sede vacante". Peçamos ao Espírito de Deus que ilumine os cardeais para que tenhamos um Papa santo! |
sexta-feira, 8 de março de 2013
Evangelho quotidiano
EVANGELHO QUOTIDIANOSenhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68 «Vinde, voltemos para o Senhor; Ele feriu-nos, Ele nos curará; Ele fez a ferida, Ele fará o penso. Tem compaixão de mim, ó Deus, pela tua bondade; Naquele tempo, Jesus disse também a seguinte parábola, a respeito de alguns que confiavam muito em si mesmos, tendo-se por justos e desprezando os demais: Eis a minha oração, caríssima Madre. Peço a Jesus que me atraia para as chamas do Seu amor, que me una tão estreitamente a Ele, que Ele viva e actue em mim. Estou certa de que quanto mais o fogo do amor abrasar o meu coração, tanto mais eu direi: «Atraí-me»; e também, quanto mais as almas se aproximarem de mim (pobre pedacito de ferro inútil, se me afastasse do braseiro divino), tanto mais essas almas correrão com ligeireza ao odor dos perfumes do seu Bem-Amado. [...] Eis-nos em plena "sede vacante". Peçamos ao Espírito de Deus que ilumine os cardeais para que tenhamos um Papa santo! |
quinta-feira, 7 de março de 2013
Evangelho quotidiano
EVANGELHO QUOTIDIANOSenhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68 Assim fala o Senhor: «Volta, Israel, ao Senhor teu Deus, porque caíste por causa dos teus pecados. Ouço uma língua desconhecida, que diz: Naquele tempo, aproximou-se de Jesus um escriba e perguntou-Lhe: «Qual é o primeiro de todos os mandamentos?» «Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma, com todo o teu entendimento» Este é o mandamento de Deus, e Ele não pode mandar o impossível. O amor é um fruto de todas as estações e está sempre ao alcance da mão. Toda a gente pode colhê-lo sem limites. Qualquer um tem acesso a este amor através da meditação, do espírito de oração e de sacrifício, de uma intensa vida interior. [...] Eis-nos em plena "sede vacante". Peçamos ao Espírito de Deus que ilumine os cardeais para que tenhamos um Papa santo! |
quarta-feira, 6 de março de 2013
Evangelho quotidiano
EVANGELHO QUOTIDIANOSenhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68 Assim fala o Senhor: «A única ordem que lhes dei foi esta: 'Ouvi a minha voz e Eu serei o vosso Deus e vós sereis o meu povo; segui sempre a senda que vos indicar, a fim de que sejais felizes.' Vinde, exultemos de alegria no Senhor, Naquele tempo, Jesus estava a expulsar um demónio mudo. Quando o demónio saiu, o mudo falou e a multidão ficou admirada. Aqueles que são amigos de Deus e que O amam, que O possuem em si mesmos como tesouro inviolável de todo o bem, recebem as injúrias e as humilhações com uma alegria e uma felicidade inexprimíveis (Mt 5,10-12). O seu amor redobra, e é um amor sincero por aqueles que [...] os fazem sofrer tudo aquilo, como se fossem seus benfeitores. [...] Eis-nos em plena "sede vacante". Peçamos ao Espírito de Deus que ilumine os cardeais para que tenhamos um Papa santo! |
terça-feira, 5 de março de 2013
Evangelho quotidiano
EVANGELHO QUOTIDIANOSenhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68 Moisés falou ao povo, dizendo: «Agora, Israel, ouve as leis e os preceitos que eu hoje vos ensino. Ponde-os em prática para que vivais e chegueis a possuir a terra que o Senhor, Deus dos vossos pais, vos há-de dar. Glorifica, Jerusalém, o Senhor; Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas. Não vim revogá-los, mas levá-los à perfeição. No corrente ano comemora-se também o 40º aniversário da promulgação da Declaração «Nostra aetate», do Concílio Ecuménico Vaticano II, que abriu novas perspectivas nas relações judaico-cristãs, sob o signo do diálogo e da solidariedade. No número 4 desta Declaração recordam-se as nossas raízes comuns e o preciosíssimo património espiritual compartilhado por judeus e cristãos. Tanto os judeus como os cristãos reconhecem em Abraão o seu Pai na fé (cf Ga 3,7; Rm 4,11ss), e têm como ponto de referência os ensinamentos de Moisés e dos profetas. Tanto a espiritualidade dos judeus como a dos cristãos recebem o alimento dos Salmos. Juntamente com o Apóstolo Paulo, os cristãos estão convencidos de que «os dons e o chamamento de Deus são irrevogáveis» (Rm 11,29; cf 9,6.11; 11,1ss). Em consideração da raiz judaica do cristianismo [...], o meu venerado Predecessor [...] asseverou: «Quem se encontra com Jesus Cristo, descobre o judaísmo.» [...] Eis-nos em plena "sede vacante". Peçamos ao Espírito de Deus que ilumine os cardeais para que tenhamos um Papa santo! |
segunda-feira, 4 de março de 2013
Evangelho quotidiano
EVANGELHO QUOTIDIANOSenhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68 Naqueles dias, levantando-se no meio da fornalha ardente, Azarias fez esta prece: Naquele tempo, Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou-Lhe: «Senhor, se o meu irmão me ofender, quantas vezes lhe deverei perdoar? Até sete vezes?» Qual é a misericórdia humana? A que atende às misérias dos pobres. E qual é a misericórdia divina? Sem dúvida nenhuma, a que te concede o perdão dos pecados. [...] Eis-nos em plena "sede vacante". Peçamos ao Espírito de Deus que ilumine os cardeais para que tenhamos um Papa santo! |
domingo, 3 de março de 2013
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EVANGELHO QUOTIDIANOSenhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68 Naqueles dias, Naaman, general dos exércitos do rei da Síria, gozava de grande prestígio diante do seu amo e era muito estimado, porque, por meio dele, o Senhor salvou a Síria; era um homem robusto e valente, mas leproso. Como suspira a corça pelas águas correntes, Naquele tempo, Jesus veio a Nazaré e falou ao povo na sinagoga: «Em verdade vos digo: Nenhum profeta é bem recebido na sua pátria. A viúva de Sarepta recebe o profeta Elias com toda a generosidade e esgota toda a sua pobreza em sua honra, embora seja uma estrangeira de Sídon. Ela nunca tinha ouvido o que os profetas dizem acerca do mérito da esmola, e muito menos ainda a palavra de Cristo: «Tive fome e destes-Me de comer» (Mt 25,35). Eis-nos em plena "sede vacante". Peçamos ao Espírito de Deus que ilumine os cardeais para que tenhamos um Papa santo! |
sábado, 2 de março de 2013
Evangelho quotidiano
EVANGELHO QUOTIDIANOSenhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68 Naqueles dias,Moisés apascentava o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote de Madian. Ao levar o rebanho para além do deserto, e chegou ao monte de Deus, Horeb. Bendiz, ó minha alma, o Senhor, Não quero que ignoreis, irmãos, que os nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem, todos passaram através do mar Naquele tempo, apareceram alguns a contar a Jesus, dos galileus, cujo sangue Pilatos tinha misturado com o dos sacrifícios que eles ofereciam. Se quereis parecer-vos com Deus, uma vez que fostes criados à Sua imagem, imitai o Seu exemplo. Se sois cristãos, nome que é uma proclamação de caridade, imitai o amor de Cristo. Eis-nos em plena "sede vacante". Peçamos ao Espírito de Deus que ilumine os cardeais para que tenhamos um Papa santo! |
sexta-feira, 1 de março de 2013
Evangelho quotidiano
EVANGELHO QUOTIDIANOSenhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68 Apascenta com o cajado o teu povo, o rebanho da tua herança, os que habitam isolados nas florestas no meio dos prados. Sejam eles apascentados em Basan e Guilead, como nos dias antigos. Bendiz, ó minha alma, o Senhor, Naquele tempo, os publicanos e os pecadores aproximavam-se de Jesus para O ouvirem. A verdadeira novidade do Novo Testamento não reside em novas ideias, mas na própria figura de Cristo, que dá carne e sangue aos conceitos um incrível realismo. Já no Antigo Testamento a novidade bíblica não consistia simplesmente em noções abstractas, mas na acção imprevisível e, de certa forma, inaudita de Deus. Esta acção de Deus ganha agora a sua forma dramática devido ao facto de que, em Jesus Cristo, o próprio Deus vai atrás da «ovelha perdida» (Lc 15,1ss.), a humanidade sofredora e transviada. Quando Jesus fala, nas Suas parábolas, do pastor que vai atrás da ovelha perdida, da mulher que procura a dracma, do pai que sai ao encontro do filho pródigo e o abraça, não se trata apenas de palavras, mas de uma explicação do Seu próprio ser e agir. Na Sua morte de cruz, cumpre-se aquele virar-Se de Deus contra Si próprio, com o qual Ele Se entrega para levantar o homem e salvá-lo o amor na sua forma mais radical. O olhar fixo no lado trespassado de Cristo de que fala João (cf 19,37) compreende o que serviu de ponto de partida a esta Carta Encíclica: «Deus é amor» (1 Jo 4,8). É aí que esta verdade pode ser contemplada. E, partindo daí, pretende-se agora definir em que consiste o amor. A partir daquele olhar, o cristão encontra o caminho do seu viver e do seu amar. Eis-nos em plena "sede vacante". Peçamos ao Espírito de Deus que ilumine os cardeais para que tenhamos um Papa santo! |
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