«O Senhor Deus ensinou-me o que devo dizer, para saber dar palavras de alento aos desanimados. Cada manhã desperta os meus ouvidos, para que eu aprenda como os discípulos. Todos os que me vêem escarnecem de mim; Cristo Jesus, que é de condição divina, não considerou como uma usurpação ser igual a Deus; Naquele tempo, um dos Doze, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes Jesus entra em Jerusalém. A multidão dos discípulos acompanha-O em festa. […] A multidão aclama-O como Rei. E Ele não Se opõe, não a manda calar (cf Lc 19,39-40). Mas, que tipo de Rei seria Jesus? Vejamo-Lo: monta um jumentinho, não tem uma corte como séquito, nem está rodeado de um exército como símbolo de força. Quem O acolhe são pessoas humildes, simples, que têm a capacidade de ver em Jesus algo mais, que têm o sentido da fé que diz: «Este é o Salvador.» |
sábado, 12 de abril de 2014
Evangelho do Dia
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Assim fala o Senhor Deus: «Eis que Eu tomarei os filhos de Israel de entre as nações, por onde se dispersaram; vou reuni-los de toda a parte e reconduzi-los ao seu país. Povos, escutai a palavra do Senhor! Naquele tempo, muitos dos judeus que tinham vindo a casa de Maria, ao verem o que Jesus fez, creram n'Ele. O nosso bom Senhor disse-me certa vez: «Todas as coisas vão acabar em bem»; e doutra vez disse-me: «Verás que tudo acabará em bem.» Com estas palavras, a minha alma percebeu […] que Ele quer que saibamos que Ele presta atenção, não somente às coisas nobres e grandes, mas também às que são humildes, pequenas, pouco elevadas, simples. É isto que Ele quer dizer quando declara: «Tudo, seja o que for, terminará em bem.» |
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Disse Jeremias: «Eu ouvia invectivas da multidão: "Cerco de terror! Denunciai-o! Vamos denunciá-lo!" Os que eram meus amigos espiam agora os meus passos: «Se o enganarmos, triunfaremos dele, e dele nos vingaremos.» Eu te amo, ó Senhor, minha força. Naquele tempo, os judeus voltaram a pegar em pedras para apedrejarem Jesus. «Por isso vos exorto, irmãos, pela misericórdia de Deus» (Rom 12,1). Paulo faz um pedido, ou melhor, Deus faz um pedido através de Paulo, porque prefere ser amado a ser temido. Deus faz um pedido porque prefere ser Pai que Senhor. […] Escuta o Senhor pedir [através de seu Filho]: «Estendia as mãos todos os dias.» Pois não é estendendo as mãos que normalmente se pede? «Estendia as mãos». A quem? «Ao povo». A que povo? A um povo que não era apenas descrente, mas «rebelde». «Estendia as mãos»: Ele abre os seus braços, dilata o seu coração, apresenta o peito, oferece o seio, faz de todo o seu corpo um refúgio, mostrando nesta súplica até que ponto é Pai. Escuta Deus a pedir noutra passagem: «Povo meu, que te fiz Eu, em que te contristei?» (Mq 6,3) Pois não diz Ele: «Se não reconheceis a minha divindade, reconhecereis a minha carne»? «Vede, vede em mim o vosso corpo, os vossos membros, as vossas entranhas, os vossos ossos, o vosso sangue! E se temeis o que é de Deus, porque não amais o que é vosso? Se fugis do Senhor, porque não correis para o Pai?» |
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Naqueles dias, Abrão prostrou-se com o rosto por terra e Deus disse-lhe: Recorrei ao Senhor e ao seu poder Naquele tempo, disse Jesus aos judeus: «Em verdade, em verdade vos digo: se alguém observar a minha palavra, nunca morrerá.» «Deus pôs Abraão à prova e disse: "Pega no teu filho, no teu único filho, a quem tanto amas, Isaac, e oferece-o em sacrifício num dos montes que Eu te indicar"» (Gn 22, 2). Deus ordena a Abraão que Lhe ofereça em holocausto no alto da montanha aquele filho no qual se depositam tão grandes e maravilhosas promessas! |
terça-feira, 8 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Naqueles dias, Nabucodonosor, rei da Babilónia, disse aos três jovens israelitas: «Chadrac, Mechac e Abed-Nego, é verdade que rejeitais o culto aos meus deuses e a adoração à estátua de ouro erigida por mim? Bendito sejas, Senhor, Deus de nossos pais: Naquele tempo, dizia Jesus aos judeus que n'Ele tinham acreditado: «Se permanecerdes fiéis à minha mensagem, sereis verdadeiramente meus discípulos, Acorda, minha alma, exprime as tuas obras, |
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Naqueles dias, os filhos de Israel partiram do monte Hor para o mar Vermelho, contornando a terra de Edom. Senhor, escuta a minha oração Naquele tempo, Jesus disse aos fariseus: «Eu vou-me embora: vós haveis de procurar-me, mas morrereis no vosso pecado. Vós não podereis ir para onde Eu vou.» Por causa do pecado, Tu, inocente, |
domingo, 6 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Naqueles dias, havia um homem chamado Joaquim, que habitava na Babilónia. O Senhor é meu pastor: nada me faltará. Naquele tempo, Jesus foi para o Monte das Oliveiras. A alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Quantos se deixam salvar por Ele são libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. Com Jesus Cristo, renasce sem cessar a alegria. […] O grande risco do mundo actual, com sua múltipla e avassaladora oferta de consumo, é uma tristeza individualista que brota do coração comodista e mesquinho, da busca desordenada de prazeres superficiais, da consciência isolada. Quando a vida interior se fecha nos próprios interesses, deixa de haver espaço para os outros, já não entram os pobres, já não se ouve a voz de Deus […]. Este é um risco, certo e permanente, que correm também os crentes. […]. |
sábado, 5 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Assim fala o Senhor Deus: «Eis que abrirei as vossas sepulturas e vos farei sair delas, meu povo, e vos reconduzirei à terra de Israel. Do fundo do abismo clamo por ti, Senhor, Irmãos:Os que vivem sob o domínio da carne são incapazes de agradar a Deus. Naquele tempo, estava doente um homem chamado Lázaro, de Betânia, terra de Maria e de Marta, sua irmã. Quando perguntou: «Onde o pusestes?», as lágrimas vieram aos olhos de Nosso Senhor. As suas lágrimas eram como a chuva, Lázaro como a semente e o sepulcro como a terra. Ele clamou com voz retumbante, a morte tremeu à sua voz, Lázaro germinou como a semente e, tendo saído, adorou o Senhor que o tinha ressuscitado. |
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Quando o Senhor me instruiu, eu entendi. E então vi com clareza o seu proceder para comigo. Senhor, meu Deus, a ti me confio; Naquele tempo, alguns que tinham ouvido as palavras de Jesus diziam no meio da multidão: «Ele é realmente o Profeta.» Deus poderia dizer-nos: «O meu Filho é toda a minha Palavra, toda a minha resposta; Ele é a visão plena e toda a revelação. Respondi-vos totalmente, disse-vos tudo e tudo vos manifestei, revelei-vos tudo dando-vo-lo por irmão, companheiro, mestre, herança e recompensa […]: "Este é o meu filho muito amado em quem pus todo o meu enlevo: escutai-o" (Mt 17,5) […]. |
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Dizem os ímpios, pensando erradamente: « A face do Senhor volta-se contra os malfeitores, Naquele tempo, Jesus percorria a Galileia, evitando andar pela Judeia, visto que os judeus procuravam matá-l'O. «Quando ensinava no Templo, Jesus exclamou: "Sabeis quem Eu sou e sabeis donde venho. Pois Eu não venho de mim mesmo; há um outro, verdadeiro, que Me enviou, e que vós não conheceis."» Que é o mesmo que dizer: «Vós conheceis-Me e não Me conheceis», ou ainda: «Sabeis de onde venho e não o sabeis. Sabeis de onde sou: Jesus de Nazaré; também conheceis a minha família.» A única coisa que lhes estava oculta neste campo era o seu nascimento virginal. […] Eles conheciam acerca de Jesus tudo o que estava relacionado com a sua natureza humana: a sua aparência, a sua pátria, a sua família e o local do seu nascimento. Portanto, o Senhor tinha razão ao dizer-lhes: «Sabeis quem sou e de onde venho», segundo o corpo e a aparência humana que tinha assumido. |
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Naqueles dias, O Senhor falou a Moisés dizendo: «Vai, desce, porque o teu povo, aquele que tiraste do Egipto, está pervertido. Fizeram um bezerro de ouro no Horeb Naquele tempo, disse Jesus aos judeus: «Se Eu testemunhasse a favor de mim próprio, o meu testemunho não teria valor; Acima de tudo, meu bom Jesus, amo-Te por esse cálice que bebeste para nos resgatar. […] É esse acto que com mais doçura chama o nosso amor, que o exige ao mais justo título, que o liga em maior proximidade, que o torna mais veemente. Muito sofreu o nosso Salvador nesse dia; tanto não penou o Criador ao formar o Universo inteiro. Ele apenas teve de falar e tudo foi feito, de ordenar e tudo foi criado; o Salvador, porém, teve de afirmar as suas palavras diante dos contraditores, de defender os seus actos diante de uma guarda hostil, de sofrer a tortura diante dos que O escarneciam, de sofrer a morte no meio de insultos. Amou-nos até ao último momento. |
terça-feira, 1 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Assim fala o Senhor: «Eu respondi-te no tempo da graça, Eu socorri-te no dia da salvação. Defendi-te e designei-te para renovar a aliança do povo, para restaurares o país e repartires as heranças devastadas, O Senhor é clemente e compassivo, Naquela tempo, disse Jesus aos judeus: «Meu Pai trabalha intensamente, e Eu também trabalho em todo o tempo.» [Fala Cristo:] |
S. José de Anchieta
É com muita alegria que vos transmitimos uma notícia editada ontem pela agência Zénite. A todos os nossos leitores brasileiros (e não só) um abraço muito amigo.
"No dia 2 de abril de 2014, o pe. José de Anchieta, cofundador da cidade de São Paulo, é canonizado sem os dois milagres geralmente necessários; um para a beatificação e outro para a canonização propriamente dita. Os canonistas chamam este procedimento de “canonização equipolente” (equivalente), pois ela equivale ao processo normal para declarar que determinada pessoa falecida se encontra junto de Deus, no céu, intercedendo pelos que ainda vivem na terra.
O papa Francisco assina um decreto, canonizando o jesuíta. O processo de Anchieta teve início em 1597, ano de sua morte e se arrasta há 417 anos. Houve muitos percalços, incluindo dificuldades financeiras e até a supressão da Companhia de Jesus em 1773. No entanto, recentemente, o prefeito da Congregação para a Causa dos Santos, cardeal Angelo Amato, vislumbrou a possibilidade de se mudar de estratégia, com a canonização equipolente.
Na canonização equipolente deve-se ater a três requisitos básicos: 1) a prova do culto antigo ao candidato a santo, 2) o atestado histórico incontestável da fé católica e das virtudes do candidato, 3) a fama ininterrupta de milagres intermediados pelo candidato. Destarte, pe. Anchieta preenche sobejamente as três condições. Com efeito, são inúmeros os milagres e graças atribuídos à intercessão dele. Veneram-no como bem-aventurado (que está no céu) gente de São Paulo e fiéis do Brasil todo, bem como Ilhas Canárias, local onde Anchieta nasceu.
A canonização de José de Anchieta é um acontecimento social e religioso. Deveras, a pujança, a desenvoltura da cidade de São Paulo em muito é tributária da operosidade dinâmica dos jesuítas. Da mesma forma que a Companhia de Jesus se expandiu avassaladoramente em pouquíssimo tempo, São Paulo progrediu miraculosamente, talvez graças ao toque inicial de São José de Anchieta e pe. Manoel da Nobrega."
Da Zenit, 31.3.2014
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