Naqueles dias, a palavra de Deus crescia e multiplicava-se. Naquele tempo, Jesus disse em alta voz: «Quem acredita em Mim não é em Mim que acredita, mas n'Aquele que Me enviou; A invocação de Deus como Pai é conhecida em muitas religiões. A divindade é muitas vezes considerada pai dos deuses e dos homens. Em Israel, porém, Deus é chamado Pai enquanto Criador do mundo. Mais ainda, Deus é Pai em razão da Aliança e do dom da Lei a Israel, que é o seu «filho primogénito» (Ex 4,22). E é também chamado Pai do Rei de Israel. Ele é muito especialmente o Pai dos pobres, do órfão e da viúva que estão sob a sua protecção amorosa. |
terça-feira, 19 de abril de 2016
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segunda-feira, 18 de abril de 2016
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Naqueles dias, os irmãos que se tinham dispersado, devido à perseguição desencadeada pelo caso de Estêvão, caminharam até à Fenícia, Chipre e Antioquia. Mas anunciavam a palavra apenas aos judeus. Naquele tempo, celebrava-se em Jerusalém a festa da Dedicação do templo. Era inverno O Pai é aquilo que é e é nisso que temos de acreditar. Mas a nossa mente tem dificuldade em alcançar o Filho, e hesitamos em dizer o que quer que seja. Com efeito, Ele é a geração do que não foi gerado, o único nascido do único, o verdadeiro saído do verdadeiro, o vivo nascido do vivo, o perfeito vindo do perfeito, o poder do poder, a sabedoria da sabedoria, a glória da glória, «a imagem do Deus invisível» ( Col 1,15). [...] |
domingo, 17 de abril de 2016
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Naqueles dias, os Apóstolos e os irmãos da Judeia ouviram dizer que os gentios também tinham recebido a palavra de Deus. Naquele tempo, disse Jesus: «Em verdade, em verdade vos digo: Aquele que não entra no aprisco das ovelhas pela porta, mas entra por outro lado, é ladrão e salteador. Doentes, precisamos do Salvador; perdidos, daquele que nos conduzirá; sedentos, da fonte de água viva; mortos, precisamos da vida; ovelhas, do pastor; crianças, do educador; e toda a humanidade precisa de Jesus. [...] |
sábado, 16 de abril de 2016
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Naqueles dias, Paulo e Barnabé seguiram de Perga até Antioquia da Pisídia. A um sábado, entraram na sinagoga e sentaram-se. Eu, João, vi uma multidão imensa, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas. Estavam de pé, diante do trono e na presença do Cordeiro, vestidos com túnicas brancas e de palmas na mão. Naquele tempo, disse Jesus: «As minhas ovelhas escutam a minha voz. Eu conheço as minhas ovelhas e elas seguem-Me. Aquele que é bom, não por um dom recebido mas por natureza, diz-nos: «Eu sou o bom Pastor.» E continua, para que imitemos o modelo de bondade que nos deixou: «O bom Pastor dá a vida pelas suas ovelhas» (Jo 10.11). No seu caso, Ele realizou o que tinha ensinado; mostrou o que tinha ordenado. Bom Pastor, deu a vida pelas suas ovelhas, para mudar o seu corpo e sangue em nosso sacramento, e saciar com o alimento da sua carne as ovelhas que tinha resgatado. Mostrou-nos o caminho a seguir, desprezando a morte. Eis diante de nós o modelo a que temos de nos conformar: em primeiro lugar, gastar-nos exteriormente com ternura pelas suas ovelhas; em seguida, se for necessário, oferecer-lhes a nossa morte. |
sexta-feira, 15 de abril de 2016
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Naqueles dias, a Igreja gozava de paz, por toda a Judeia, Galileia e Samaria, consolidava-se e caminhava no temor do Senhor e crescia na consolação do Espírito Santo. Naquele tempo, muitos discípulos, ao ouvirem Jesus, disseram: «Estas palavras são duras. Quem pode escutá-las?». Como lemos no Evangelho, quando o Senhor pregava e convidava os discípulos a comerem o seu corpo no mistério eucarístico para participarem na sua Paixão, alguns exclamaram: «Estas palavras são duras»; e desde então deixaram de andar com Ele. Tendo perguntado, porém, aos discípulos se também eles se queriam ir embora, eles responderam: «Para quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna.» |
quarta-feira, 13 de abril de 2016
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Naqueles dias, o Anjo do Senhor disse a Filipe: «Levanta-te e dirige-te para o sul, pelo caminho deserto que vai de Jerusalém para Gaza». Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «Ninguém pode vir a Mim, se o Pai, que Me enviou, não o trouxer; e Eu ressuscitá-lo-ei no último dia. Quando Deus suspende e pára o entendimento, dá-lhe o que admirar e com que se ocupar; então, sem raciocinar, recebemos no espaço de um credo mais luz do que poderíamos adquirir em muitos anos com todo o esforço do mundo. Mas querer atar as potências da nossa alma e parar a sua actividade por nós próprios é loucura. [...] |
terça-feira, 12 de abril de 2016
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Naquele dia, levantou-se uma grande perseguição contra a Igreja de Jerusalém e todos, à exceção dos Apóstolos, se dispersaram pelas terras da Judeia e da Samaria. Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «Eu sou o pão da vida: Quem vem a Mim nunca mais terá fome e quem acredita em Mim nunca mais terá sede. Deus todo-poderoso, eterno, justo e bom, por nós mesmos somos apenas pobreza. |
segunda-feira, 11 de abril de 2016
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Naqueles dias, Estêvão disse ao povo, aos anciãos e aos escribas: «Homens de dura cerviz, incircuncisos de coração e de ouvidos, sempre resistis ao Espírito Santo. Como foram os vossos antepassados, assim sois vós também. Naquele tempo, disse a multidão a Jesus: «Que milagres fazes Tu, para que nós vejamos e acreditemos em Ti? Que obra realizas? O profeta diz: «Vós que tendes sede, ide à fonte» (Is 55,1). Trata-se da fonte dos que têm sede, e não dos que estão saciados. Ela convoca os que têm fome e sede, aos quais chama bem-aventurados (Mt 5,6); aqueles cuja sede nunca se esgota e que têm tanto mais sede quanto mais bebem dessa fonte. Devemos, pois, desejar, irmãos, a fonte da sabedoria, o Verbo de Deus nas alturas - devemos procurá-la, devemos amá-la. Nessa fonte estão escondidos, como diz o apóstolo Paulo, «todos os tesouros da sabedoria e da ciência» (Col 2,3); ela convida todos os que têm sede a virem saciar-se. |
domingo, 10 de abril de 2016
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Naqueles dias, Estêvão, cheio de graça e fortaleza, fazia grandes prodígios e milagres entre o povo. Depois de Jesus ter saciado os cinco mil homens, os seus discípulos viram-n'O a caminhar sobre as águas. No dia seguinte, a multidão que permanecera no outro lado do mar notou que ali só estivera um barco e que Jesus não tinha embarcado com os discípulos; estes tinham partido sozinhos. Vós, filhos da luz verdadeira, fugi das querelas e das más doutrinas. Como ovelhas, segui o vosso pastor. Porque muitas vezes os lobos aparentemente dignos de fé extraviam os que correm na corrida de Deus; mas, se permanecerdes unidos, eles não encontrarão lugar entre vós. |
sábado, 9 de abril de 2016
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Naqueles dias, o sumo sacerdote falou aos Apóstolos, dizendo: Eu, João, na visão que tive, ouvi a voz de muitos Anjos, que estavam em volta do trono, dos Seres Vivos e dos Anciãos. Eram miríades de miríades e milhares de milhares, Naquele tempo, Jesus manifestou-Se outra vez aos seus discípulos, junto do mar de Tiberíades. Manifestou-Se deste modo: «Tu amas? [...] Tu amas-Me?» Pedro havia de caminhar para sempre, até ao fim da sua vida, acompanhado por esta tripla pergunta: «Tu amas-Me?» E mediu todas as suas actividades de acordo com a resposta que então deu. Quando foi convocado perante o Sinédrio. Quando foi metido na prisão em Jerusalém, prisão de onde não devia sair, e da qual contudo saiu. E [...] em Antioquia, e depois ainda mais longe, de Antioquia para Roma. E quando, em Roma, perseverou até ao fim dos seus dias, conheceu a força das palavras segundo as quais um Outro o conduziu para onde ele não queria. E sabia também que, graças à força dessas palavras, a Igreja «era assídua ao ensino dos apóstolos e à união fraterna, à fracção do pão e à oração» e que «o Senhor adicionava diariamente à comunidade os que seriam salvos» (Act 2, 42.48). [...] |
sexta-feira, 8 de abril de 2016
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Naqueles dias, aumentando o número dos discípulos, os helenistas começaram a murmurar contra os hebreus, porque no serviço diário não se fazia caso das suas viúvas. Ao cair da tarde, os discípulos de Jesus desceram até junto do mar, Oremos ao Verbo, a Palavra de Deus: sê propício aos teus filhos, Mestre, Pai, Guia de Israel, Filho e Pai, um e dois em simultâneo, Senhor! Permite-nos, uma vez que obedecemos aos teus mandamentos, que alcancemos a plena semelhança da imagem (Gn 1,26), que compreendamos segundo as nossas forças o Deus da bondade, o juiz benévolo. Oferece-nos Tu próprio que vivamos na tua paz, que sejamos transportados para a tua cidade, que atravessemos sem soçobrar as tempestades do pecado, que sejamos levados por sobre águas calmas pelo Espírito Santo, a Sabedoria inexprimível. Possibilita-nos cantar de noite e de dia, até ao último dia, louvores e acções de graças ao Deus Único, Pai e Filho, Filho e Pai, Filho, Pedagogo (1Cor 4,15) e Mestre, e também ao Espírito Santo. |
quinta-feira, 7 de abril de 2016
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Naqueles dias, levantou-se um homem no Sinédrio, um fariseu chamado Gamaliel, doutor da Lei venerado por todo o povo, e mandou sair os Apóstolos por uns momentos. Naquele tempo, Jesus partiu para o outro lado do mar da Galileia, ou de Tiberíades. Senhor, lavados e purificados no mais profundo de nós mesmos, vivificados pelo teu Espírito Santo, saciados pela tua Eucaristia, faz com que tenhamos parte na graça que receberam os santos apóstolos e os discípulos, eles que receberam o sacramento das tuas mãos. Desenvolve em nós a solicitude e a diligência para Te seguirmos como membros teus (1Cor 12,27), para que sejamos dignos de receber de Ti o sentido e a experiência do teu alimento espiritual. Desenvolve em nós o zelo de Pedro, para destruirmos toda a vontade que seja contrária à tua (Jo 18,10), esse zelo que Pedro concebeu durante a Ceia. [...] Desenvolve em nós a paz interior, a resolução e a alegria que foram saboreadas por João, quando se inclinou sobre o teu peito (Jo 13,25); que assim possamos usufruir da tua sabedoria, que tomemos o gosto da tua doçura, da tua bondade. Desenvolve em nós a rectidão da fé, uma esperança firme e uma caridade perfeita. |
quarta-feira, 6 de abril de 2016
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Naqueles dias, o comandante do templo e os guardas trouxeram os Apóstolos e fizeram-nos comparecer diante do Sinédrio. O sumo sacerdote interpelou-os, dizendo: «Aquele que vem do alto está acima de todos; quem é da terra, à terra pertence e da terra fala. Quando, a partir de uma fogueira, acendes outras fogueiras em vários locais, a primeira nem por isso diminui de intensidade. [...] O mesmo acontece com Deus e o seu Messias, que são um só, permanecendo embora na multiplicidade dos homens. O sol também não diminui de intensidade pelo facto de a sua potência se difundir sobre a terra. E quão maior é a força de Deus, dado que é pela força de Deus que o sol subsiste. [...] |
terça-feira, 5 de abril de 2016
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Naqueles dias, o sumo sacerdote e todo o seu grupo, isto é, o partido dos saduceus, enfurecidos contra os Apóstolos, Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: «Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho Unigénito, para que todo o homem que acredita n'Ele não pereça, mas tenha a vida eterna. O Pai enviou-nos o seu Filho, que é «o melhor dom, o dom perfeito» (Tg 1,17). O melhor dom, que nada ultrapassa; o dom perfeito, ao qual nada se pode acrescentar. Cristo é o melhor dom porque Aquele que o Pai assim nos dá é o seu Filho, soberano, eterno como Ele. Cristo é o dom perfeito; tal como diz o apóstolo Paulo, «com Ele, Deus deu-nos tudo» (Rom 8,32). [...] Deu-nos Aquele «que é a cabeça da Igreja» (Ef 5,23). Não podia dar-nos mais. Cristo é o dom perfeito porque, quando no-Lo deu, o Pai levou, através dele, todas as coisas à sua perfeição. |
segunda-feira, 4 de abril de 2016
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A multidão dos que haviam abraçado a fé tinha um só coração e uma só alma; ninguém considerava seu o que lhe pertencia, mas tudo entre eles era comum. Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: «Não te admires por Eu te haver dito que todos devem nascer de novo. Deus todo poderoso, o apóstolo Paulo diz que o teu Espírito Santo «perscruta e conhece as profundezas do teu ser» (1Cor 2,10-11), e intercede por mim, falando-Te em meu lugar com «gemidos inefáveis» (Rom 8, 26). [...] Não há nada exterior a Ti capaz de sondar o teu mistério, nada estranho a Ti que tenha poder para medir a profundidade da tua majestade infinita. Tudo o que penetra em Ti provém de Ti; nada do que é exterior a Ti tem o poder de Te sondar. [...] |
domingo, 3 de abril de 2016
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Naqueles dias, o Senhor mandou ao rei Acaz a seguinte mensagem: Irmãos: É impossível que o sangue de touros e cabritos perdoe os pecados. Naquele tempo, o Anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré, Maria, templo da Trindade, lar do fogo divino, Mãe de misericórdia [...], tu és o tronco novo (Is 11,1) que produziu a flor que inebria o mundo, o Verbo, o Filho único de Deus. Foi em ti, terra fecunda, que este verbo foi semeado (Mt 13,3s). Tu escondeste o fogo na cinza da nossa humanidade. Vaso de humildade onde arde a luz da verdadeira sabedoria [...], pelo fogo do teu amor, pela chama da tua humildade, atraíste a ti e para nós o Pai eterno. [...] |
sábado, 2 de abril de 2016
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Pelas mãos dos Apóstolos, realizavam-se muitos milagres e prodígios entre o povo. Unidos pelos mesmos sentimentos, reuniam-se todos no Pórtico de Salomão Eu, João, que sou vosso irmão e companheiro na perseguição, no Reino e na constância cristã, encontrava-me na ilha de Patmos por causa da Palavra de Deus e do testemunho de Jesus. Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». A alegria pascal não é a simples alegria de uma transfiguração possível; é a alegria da nova presença de Cristo ressuscitado, que dispensa o Espírito Santo aos seus, a fim de permanecer com eles. O Espírito Paráclito é, assim, dado à Igreja como princípio inesgotável da sua alegria de Esposa de Cristo glorificado. O Espírito que procede do Pai e do Filho, que é o amor vivo e mútuo do Pai e do Filho, passa a ser comunicado ao povo da Nova Aliança e a todas as almas disponíveis para a sua acção íntima. Ele faz de nós sua morada, é o «Doce Hóspede da alma» (Veni Creator). Com Ele, o coração do homem é habitado pelo Pai e pelo Filho. Nessa habitação, o Espírito Santo suscita uma prece de amor filial, que brota do mais fundo da alma e se exprime no louvor, nas acções de graças, na reparação e na súplica. Somos então capazes de saborear a alegria propriamente espiritual, que é fruto do Espírito Santo (Gal 5,22). |
sexta-feira, 1 de abril de 2016
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Naqueles dias, os chefes do povo, os anciãos e os escribas, vendo a firmeza de Pedro e de João e verificando que eram homens iletrados e plebeus, ficaram surpreendidos. Reconheciam-nos como companheiros de Jesus, Jesus ressuscitou na manhã do primeiro dia da semana e apareceu em primeiro lugar a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demónios. Não estejamos presos às coisas deste mundo; que os bens da terra não desviem o nosso olhar do céu. Tomemos por passado o que já não é praticamente nada; que o nosso espírito, agarrado ao que deve viver, fixe o seu desejo nas promessas de eternidade. Embora sejamos ainda «salvos na esperança» (Rom 8,24), embora possuamos ainda uma carne sujeita à corrupção e à morte, podemos com certeza afirmar que podemos viver fora da carne, se escaparmos à influência das suas paixões. Não, já não merecemos o nome desta carne, nós que fizemos o possível por calar os seus apelos. [...] |
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