Agora, vós, ó ricos, chorai e lamentai-vos, por causa das desgraças que vão cair sobre vós. Naquele tempo, disse Jesus aos seus díscípulos: «Quem vos der a beber um copo de água por serdes de Cristo, em verdade vos digo que não perderá a sua recompensa.» Quereis que vos indique os caminhos da conversão? São numerosos, variados e diferentes, mas todos conduzem ao céu. O primeiro caminho da conversão é a condenação das nossas faltas. «Aviva a tua memória, entremos em juízo; fala para te justificares!» (Is 43,26). É por isso que o profeta observava: «Eu disse: "Confessarei os meus erros ao Senhor"; e Vós perdoastes a culpa do meu pecado» (Sl 31,5). Condena pois, tu próprio, as faltas que cometeste, e tal será suficiente para que o Senhor te atenda. Com efeito, aquele que condena as suas faltas tem a vantagem de recear tornar a cair nelas. [...] |
quarta-feira, 18 de maio de 2016
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terça-feira, 17 de maio de 2016
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Caríssimos: Agora, escutai-me, vós que dizeis: «Hoje ou amanhã iremos a tal cidade, onde passaremos um ano, fazendo negócio e tirando lucro». Naquele tempo, João disse a Jesus: «Mestre, nós vimos um homem a expulsar os demónios em teu nome e procurámos impedir-lho, porque ele não anda connosco». Imitemos a vastidão do amor do próprio Jesus, modelo supremo de amor pela Igreja. É certo que esposa de Cristo é só a Igreja; contudo, o amor do divino Esposo é tão vasto que a ninguém exclui e, na sua esposa, abraça todo o género humano; pois o Salvador derramou o seu sangue na cruz para reconciliar com Deus todos os homens de todas as nações e estirpes, e para os reunir num só corpo. Por conseguinte, o verdadeiro amor à Igreja exige, não só que sejamos todos o mesmo corpo, membros uns dos outros, cheios de mútua solicitude (cf Rom 12,5; 1Cor 12,25), membros que se alegrem com os que se alegram e sofram com os que sofrem (cf 1Cor 12,26), mas que também nos outros homens, ainda não incorporados connosco na Igreja, reconheçamos irmãos de Jesus Cristo segundo a carne, chamados como nós à mesma salvação eterna. |
segunda-feira, 16 de maio de 2016
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De onde vêm as guerras? De onde procedem os conflitos entre vós? Não é precisamente das paixões que lutam em vossos membros? Naquele tempo, Jesus e os seus discípulos caminhavam através da Galileia. Jesus não queria que ninguém o soubesse; Meu amigo, tomemos a aparência daquele que nos deu a vida. Ele, que era rico, empobreceu-Se a Si mesmo. Ele, que estava colocado no alto, desceu da sua grandeza. Ele, que habitava nas alturas, não tinha onde reclinar a cabeça. Ele, que há-de vir sobre as nuvens, montou um jumento para entrar em Jerusalém. Ele, que é Deus e Filho de Deus, tomou a aparência de servo. |
domingo, 15 de maio de 2016
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Caríssimos: Quem é sábio e inteligente mostre com o seu bom procedimento os frutos da sua sabedoria vivida com modéstia. Naquele tempo, Jesus desceu do monte, com Pedro, Tiago e João. Ao chegarem junto dos outros discípulos, viram uma grande multidão à sua volta e os escribas a discutir com eles. Na instrução e profissão da tua fé, abraça e conserva sempre só aquela que a Igreja agora te entrega, e que está fundamentada em toda a Escritura. Nem todos podem ler a Escritura, uns porque não sabem e outros porque estão demasiadamente ocupados. Por isso, a fim de que ninguém pereça por causa da ignorância, resumimos todo o dogma da fé nos poucos versículos do Credo. [...] |
sábado, 14 de maio de 2016
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Quando chegou o dia de Pentecostes, os Apóstolos estavam todos reunidos no mesmo lugar. Irmãos: Os que vivem segundo a carne não podem agradar a Deus. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Se Me amardes, guardareis os meus mandamentos. O povo judeu celebrava a Páscoa, como sabeis, com a imolação de um cordeiro, que depois comia com pães ázimos. Esta imolação do cordeiro prefigurava a imolação de Jesus Cristo, e os pães ázimos, a vida nova purificada do velho fermento. [...] E, cinquenta dias depois da Páscoa, este mesmo povo festejava o momento em que Deus lhe dera, sobre o Monte Sinai, a Lei escrita com sua mão, com seu dedo. À figura da Páscoa sucede a Páscoa em plenitude (1Cor 5,7): Jesus Cristo foi imolado e fez-nos passar da morte à vida. A palavra Páscoa significa «passagem», e é isso que o evangelista exprime ao dizer: «Chegada a hora em que Jesus havia de passar deste mundo para o Pai...» (Jo 13,1) [...] |
sexta-feira, 13 de maio de 2016
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Naqueles dias, estavam reunidas cerca de cento e vinte pessoas. Pedro levantou-se no meio dos irmãos e disse: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Assim como o Pai Me amou, também Eu vos amei. Permanecei no meu amor. Escreve o apóstolo Paulo: «Oh abismo da riqueza, da sabedoria e da ciência de Deus! Que insondáveis são os seus juízos e impenetráveis os seus caminhos!» (Rom 11,33). [...] E diz o Salmo: «Todas as vossas obras são fruto da vossa sabedoria» (Sl 103,24), isto é, feitas no teu Verbo, na tua Palavra eterna. Se foi no Verbo e pelo Verbo que todas as coisas foram feitas (Jo 1,3), quem poderá duvidar de que foi com sabedoria e perfeição, e sem parcialidades, que Ele escolheu os seus discípulos? «Ele nos escolheu antes da constituição do mundo», diz o apóstolo Paulo (Ef 1,4). [...] |
quinta-feira, 12 de maio de 2016
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Eu, João, vi um novo céu e uma nova terra, porque o primeiro céu e a primeira terra tinham desaparecido, e o mar já não existia. Naquele tempo, enquanto Jesus estava a falar à multidão, chegaram sua Mãe e seus irmãos. Ficaram do lado de fora e queriam falar-Lhe. Aquilo que principalmente atrai a benevolência do alto é a solicitude para com o próximo. É por isto que Cristo exige esta disposição a Pedro: «Simão, filho de João, tu amas-Me mais do que estes?» Pedro respondeu: «Sim, Senhor, Tu sabes que eu sou deveras teu amigo». Jesus disse-lhe: «Apascenta os Meus cordeiros». Por que foi que, afastando-Se dos outros apóstolos, Jesus Se dirigiu a Pedro falando-lhe sobre eles? É que Pedro era o primeiro entre os apóstolos, o seu porta-voz, o chefe do seu colégio, de tal maneira que foi a ele, e não aos outros, que Paulo veio um dia consultar (Gal 1,18). Para mostrar bem a Pedro que devia confiar e que a sua negação estava esquecida, Jesus dá-lhe agora a primazia entre os seus irmãos. Não menciona a sua negação e não lhe faz sentir vergonha do passado. «Se Me amas», diz-lhe, «permanece à cabeça dos teus irmãos; e o amor fervoroso que sempre Me manifestaste com tanta alegria, prova-o agora. A vida que dizias ser capaz de dar por Mim, dá-a pelas Minhas ovelhas». [...] |
quarta-feira, 11 de maio de 2016
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Naqueles dias, querendo o tribuno obter informações seguras sobre as acusações dos judeus contra Paulo, mandou que lhe tirassem as algemas e reunissem os príncipes dos sacerdotes e todo o Sinédrio. Fez então descer Paulo para comparecer diante deles. Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos ao Céu e disse: «Pai santo, não peço somente por eles, mas também por aqueles que vão acreditar em Mim por meio da sua palavra, Da mesma maneira que a cabeça e o corpo de um homem constituem um só e mesmo homem, assim também o Filho da Virgem e os seus membros, os eleitos, constituem um só e mesmo homem e um só Filho do homem, o Cristo total e completo, Cabeça e corpo, de que fala a Escritura. Sim, em conjunto, todos os membros formam um só corpo, que constitui, com a Cabeça, o Filho único do homem que, com o Filho de Deus, constitui o Filho único de Deus, da mesma maneira que, com Deus, Ele constitui um só Deus. Assim, o corpo inteiro é, em união com a Cabeça, Filho do homem e Filho de Deus, e consequentemente Deus. Donde a palavra: «Pai, quero que, assim como Tu e Eu somos um só, também eles sejam um connosco.» É por isso que, em conformidade com a afirmação frequente da Escritura, o corpo não é sem a Cabeça, nem a Cabeça sem o corpo, da mesma maneira que a Cabeça e o corpo não são sem Deus. Tal é o Cristo total. [...] |
terça-feira, 10 de maio de 2016
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Naqueles dias, disse Paulo aos anciãos da Igreja de Éfeso: «Tende cuidado convosco e com todo o rebanho, do qual o Espírito Santo vos constituiu vigilantes para apascentardes a Igreja de Deus, que Ele adquiriu com o sangue do seu próprio Filho. Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos ao Céu e orou deste modo: «Pai santo, guarda-os em teu nome, o nome que Me deste, para que sejam um, como Nós. Tendo dito a seu Pai: «Doravante, já não estou neste mundo [...]; vou para Ti» (Jo 17,11), Nosso Senhor recomenda a seu Pai aqueles que iam ficar privados da sua presença física: «Pai santo, Tu que a Mim Te deste, guarda-os em Ti.» Enquanto homem, Jesus pede a Deus pelos discípulos que recebeu de Deus. Mas prestemos atenção às palavras que diz a seguir: «Para serem um, como Nós somos um.» Reparemos que Ele não diz: «Para que, connosco, sejam um»; nem: «Para que sejamos, Nós e eles, uma só coisa, como Nós somos um»; mas diz: «Para serem um, como Nós somos um»: que eles sejam um na sua natureza, como Nós somos um na nossa. Estas palavras, para serem verdadeiras, exigem que Jesus tenha a mesma natureza divina que seu Pai, como diz noutro passo: «Eu e o Pai somos um» (Jo 10,30). Na sua natureza humana, Ele tinha dito: «O Pai é mais do que Eu». (Jo 14,28); mas, como nele Deus e o homem são apenas uma e a mesma pessoa, compreendemos que Ele é homem porque reza, e compreendemos que é Deus porque é um com Aquele a quem reza [...]. |
segunda-feira, 9 de maio de 2016
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Naqueles dias, estando Paulo em Mileto, mandou a Éfeso chamar os anciãos da Igreja. Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos ao Céu e disse: «Pai, chegou a hora. Glorifica o teu Filho, para que o teu Filho Te glorifique O Senhor proferiu esta oração na véspera da sua Paixão. Mas não é despropositado aplicá-la ao dia da Ascensão, ao momento em que Ele Se preparava para deixar para sempre os seus «filhinhos» (Jo 13,33), que confiou ao Pai. Ele, que no Céu dirige a multidão dos anjos que criou, ligou-Se na Terra a um «pequeno rebanho» (Lc 12,32) de discípulos, a fim de os instruir enquanto estava presente na carne, até ao momento em que, tendo-se-lhes alargado o coração, eles pudessem ser conduzidos pelo Espírito. Ele amava estes pequeninos com um amor digno da sua grandeza. Depois de os ter levado a distanciar-se dos amores deste mundo, viu-os renunciar a qualquer esperança humana e depender apenas dele. Mas, enquanto vivia com eles no seu corpo, não lhes prodigou demasiadas provas do seu afecto, mostrando-Se mais firme do que terno, como convém a um mestre e pai. |
domingo, 8 de maio de 2016
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Enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo atravessou a região alta e chegou a Éfeso. Encontrou lá alguns discípulos e perguntou-lhes: Naquele tempo, disseram os discípulos a Jesus: «De facto agora falas abertamente, sem enigmas. «Senhor, desde os dias da minha juventude, que o meu espírito busca um não sei quê, com uma sede impaciente. O que é então, Senhor? Ainda não consegui apreendê-lo perfeitamente. Há tantos anos que o desejo ardentemente e ainda não consegui apreendê-lo. [...] E contudo, é mesmo o que atrai o meu coração e a minha alma, e sem o qual não posso ter verdadeira paz. |
sábado, 7 de maio de 2016
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No meu primeiro livro, ó Teófilo, narrei todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar, desde o princípio Irmãos: O Deus de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos conceda um espírito de sabedoria e de revelação para O conhecerdes plenamente Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Está escrito que o Messias havia de sofrer e de ressuscitar dos mortos ao terceiro dia «Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fosse, como teria Eu dito que vos vou preparar um lugar?» (Jo 14,2) [...] O Senhor sabia que muitas dessas moradas já estavam preparadas e esperavam a chegada dos amigos de Deus. Atribui, portanto, outro motivo à sua partida: preparar o caminho para a nossa ascensão a esses lugares no Céu, abrindo uma passagem, visto que, até então, ele nos era inacessível. Porque o Céu estava completamente fechado aos homens, e nunca um ser de carne tinha penetrado nesse santíssimo e puríssimo domínio dos anjos. |
sexta-feira, 6 de maio de 2016
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Depois de ter passado algum tempo em Antioquia, Paulo partiu de novo e percorreu sucessivamente a Galácia e a Frígia, fortalecendo todos os discípulos na fé. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Em verdade, em verdade vos digo: Tudo o que pedirdes ao Pai em meu nome, Ele vo-lo dará. É nosso dever venerar e honrar Aquele que acreditamos ser o Verbo, nosso Salvador e nosso Senhor, e, por Ele, o Pai, não em certos dias especiais (tal como outros fazem) mas continuamente, durante toda a nossa vida e de todas as formas. «Sete vezes por dia cantei o teu louvor» (Sl 118,164), exclama o povo eleito. [...] Por isso, não é num lugar determinado, nem num templo escolhido, nem em certas festas ou em certos dias fixos, mas é durante toda a vida e em toda a parte que o homem verdadeiramente espiritual honra a Deus, isto é, dá graças por conhecer a verdadeira vida. |
quinta-feira, 5 de maio de 2016
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Quando Paulo estava em Corinto, certa noite o Senhor disse-lhe numa visão: «Não temas, continua a falar, Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Em verdade, em verdade vos digo: Chorareis e lamentar-vos-eis, enquanto o mundo se alegrará. Estareis tristes, mas a vossa tristeza converter-se-á em alegria. O apóstolo Paulo [...] testemunha a respeito do Filho único que Ele não Se limitou a criar os seres, mas que, tendo a antiga criação envelhecido e tendo-se tornado caduca, operou uma nova criação. E assim, o próprio Cristo é o primogénito de toda a criação (Col 1,15) pelo evangelho anunciado aos homens. [...] |
quarta-feira, 4 de maio de 2016
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No meu primeiro livro, ó Teófilo, narrei todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar, desde o princípio Cristo não entrou num santuário feito por mãos humanas, figura do verdadeiro, mas no próprio Céu, para Se apresentar agora na presença de Deus em nosso favor. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Está escrito que o Messias havia de sofrer e de ressuscitar dos mortos ao terceiro dia «Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fosse, como teria Eu dito que vos vou preparar um lugar?» (Jo 14,2) [...] O Senhor sabia que muitas dessas moradas já estavam preparadas e esperavam a chegada dos amigos de Deus. Atribui, portanto, outro motivo à sua partida: preparar o caminho para a nossa ascensão a esses lugares no Céu, abrindo uma passagem, visto que, até então, ele nos era inacessível. Porque o Céu estava completamente fechado aos homens, e nunca um ser de carne tinha penetrado nesse santíssimo e puríssimo domínio dos anjos. |
terça-feira, 3 de maio de 2016
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Naqueles dias, os que acompanhavam Paulo levaram-no a Atenas e voltaram em seguida, encarregados de transmitirem a Silas e a Timóteo a ordem de irem ter com Paulo o mais depressa possível. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Tenho ainda muitas coisas para vos Jn dizer, mas não as podeis compreender agora. O Espírito Santo, o Paráclito, o Defensor, é Aquele que, como um sopro, o Pai e o Filho enviam à alma dos justos. É por Ele que somos santificados e merecemos ser santos. O sopro humano é a vida dos corpos; o sopro divino é a vida dos espíritos. O sopro humano torna-nos sensíveis; o sopro divino torna-nos santos. Este Espírito é santo porque, sem Ele, nenhum espírito – nem angélico nem humano – pode ser santo. |
segunda-feira, 2 de maio de 2016
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Recordo-vos, irmãos, o Evangelho que vos anunciei e que recebestes, no qual permaneceis Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Eu sou o caminho, a verdade e a vida: ninguém vai ao Pai senão por Mim. Jesus disse: «Se ficastes a conhecer-Me, conhecereis também o meu Pai. E já O conheceis, pois estais a vê-Lo.» Quem se vê é Jesus Cristo homem. Os apóstolos têm diante dos olhos o seu aspecto exterior, isto é, a sua natureza de homem, ao passo que Deus, liberto de toda a carne, não é reconhecível num miserável corpo carnal. Como é então que conhecer a Cristo é conhecer também o Pai? |
domingo, 1 de maio de 2016
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Naqueles dias, deixámos Tróade e navegámos diretamente para Samotrácia. No dia seguinte, fomos para Neápoles Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Quando vier o Paráclito, que Eu vos enviarei de junto do Pai, o Espírito da verdade, que procede do Pai, Ele dará testemunho de Mim. A missão de Cristo na terra estava cumprida, mas era necessário que nos tornássemos «participantes da natureza divina» do Verbo (2Ped 1,4), isto é, que a nossa vida anterior fosse abandonada para se transformar numa vida nova [...]. De facto, enquanto viveu visivelmente entre os seus, Cristo surgia-lhes, parece-me, como o dispensador de todos os bens. Mas, quando chegou o momento em que teve de subir ao Pai celeste, foi necessário que continuasse presente entre os seus fiéis por meio do Espírito e que habitasse pela fé nos nossos corações (Ef 3,17). |
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