Naqueles dias, disse Paulo na sinagoga de Antioquia da Pisídia: «Irmãos, descendentes de Abraão e todos vós que temeis a Deus, a nós foi dirigida esta palavra da salvação. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Não se perturbe o vosso coração. Se acreditais em Deus, acreditai também em Mim. «Ó luz, Trindade bendita, ó primordial Unidade!» Deus é beatitude eterna, vida imortal, luz sem ocaso. Deus é amor: Pai, Filho e Espírito Santo. Livremente, Deus quer comunicar a glória da sua vida bem-aventurada. Este é o desígnio de benevolência (Ef 1,9) que Ele concebeu desde antes da criação do mundo no seu Filho bem-amado, predestinando-nos à adoção filial neste (Ef 1,5), isto é, a reproduzir a imagem de seu Filho (Rom 8,29) graças ao «espírito de adoção filial» (Rom 8,5). Esta decisão prévia é uma «graça concedida antes de todos os séculos» (2Tim 1,9), proveniente diretamente do amor trinitário. Ele desdobra-se na obra da criação, em toda a história da salvação após a queda, nas missões do Filho e do Espírito, prolongadas pela missão da Igreja. |
quinta-feira, 11 de maio de 2017
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quarta-feira, 10 de maio de 2017
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Naqueles dias, Paulo e os seus companheiros largaram de Pafos e dirigiram-se a Perga da Panfília. Mas João Marcos separou-se deles para voltar a Jerusalém. Naquele tempo, quando Jesus acabou de lavar os pés aos seus discípulos, disse-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo: O servo não é maior do que o seu senhor, nem o enviado é maior do que aquele que o enviou. Depois do amor a Nosso Senhor, recomendo-te o amor à Igreja, sua Esposa. Ela é, de certo modo, a pomba que incuba e faz nascer os filhinhos do Esposo. Dá sempre graças a Deus por seres filha da Igreja, a exemplo de um tão grande número de almas que nos precederam nesta via bem-aventurada. Tem muita compaixão pelos pastores, pregadores e guias espirituais, espalhados por toda a superfície da terra. [...] Reza a Deus por eles, para que, sendo eles próprios salvos, sejam produtivos e facilitem a salvação das almas. |
terça-feira, 9 de maio de 2017
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Naqueles dias, a palavra de Deus crescia e multiplicava-se. Naquele tempo, Jesus disse em alta voz: «Quem acredita em Mim não é em Mim que acredita, mas n'Aquele que Me enviou; As Pessoas divinas são transparentes umas às outras. É como um colar: quando se puxa uma das Pessoas divinas, as outras duas vêm atrás. É impossível pensar no Pai sem a sua referência ao Filho, pois a paternidade é precisamente aquilo em que consiste a sua personalidade, e é impossível ser Pai sem o Filho. E depois, é impossível que o Pai e o Filho, no seu mútuo amor, não produzam o Espírito. Os teólogos utilizam um termo para significar este aspeto: falam da circumincessão das Pessoas divinas; mas há uma expressão que torna a coisa mais clara para nós: as Pessoas divinas são transparentes umas às outras. Quando nos dirigimos a uma delas, também as outras duas ali se encontram, em transparência, e estamos a dirigir-nos a elas; são distintas, mas transparentes umas às outras. Assim, quando Jesus declara: «As coisas que Eu vos digo não as manifesto por mim mesmo: são do Pai, que Me enviou (Jo 14,10.24), é verdade; e também são suas, recebidas do Pai. |
segunda-feira, 8 de maio de 2017
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Naqueles dias, os irmãos que se tinham dispersado, devido à perseguição desencadeada pelo caso de Estêvão, caminharam até à Fenícia, Chipre e Antioquia. Mas anunciavam a palavra apenas aos judeus. Naquele tempo, celebrava-se em Jerusalém a festa da Dedicação do templo. Era inverno No dia da festa de Santo Agostinho, acabava eu de comungar, quando compreendi, quase podia dizer que vi – não sei explicar como, sei apenas que isto se passou no meu intelecto e que foi muito rápido –, de que forma as três Pessoas da Santíssima Trindade, que tenho gravadas na minha alma, são uma mesma coisa. Isto foi-me mostrado por meio de uma representação verdadeiramente extraordinária e numa luz extremamente viva. O efeito que a minha alma experimentou foi muito diferente daquele que a visão da fé produz em nós. A partir desse momento, não consigo pensar numa das três Pessoas divinas, que não veja também que são três. |
domingo, 7 de maio de 2017
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Naqueles dias, os Apóstolos e os irmãos da Judeia ouviram dizer que os gentios também tinham recebido a palavra de Deus. Naquele tempo, disse Jesus: «Eu sou o Bom Pastor. O bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas. O serviço do bom pastor é a caridade. Por isso, Jesus diz que e«Ele « dá a vida pelas suas ovelhas». Pois é necessário saber o que o distingue: o bom pastor tem em vista o interesse do seu rebanho, o mau procura o seu próprio interesse. É exatamente o que diz o provérbio. «Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não é o seu rebanho que devem apascentar?» (Ez 34,2). Aquele que apenas usa o rebanho no seu próprio interesse não é bom pastor. [...] Um bom pastor, no verdadeiro sentido, sofre muito pelo rebanho que guarda, como testemunha Jacob: «Eu era devorado de dia pelo calor, e de noite pelo frio» (Gn 31,40). [...] |
sábado, 6 de maio de 2017
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No dia de Pentecostes, Pedro, de pé, com os onze Apóstolos, ergueu a voz e falou ao povo: «Homens da Judeia e vós todos que habitais em Jerusalém, compreendei o que está a acontecer e ouvi as minhas palavras: Carissímos: Se vós, fazendo o bem, sofreis com paciência, isso é uma coisa meritória diante de Deus. Naquele tempo, disse Jesus: «Em verdade, em verdade vos digo: Aquele que não entra no aprisco das ovelhas pela porta, mas entra por outro lado, é ladrão e salteador. Quando Jesus Se apresentava como o Bom Pastor, relacionava-Se com uma longa tradição bíblica, já familiar aos seus discípulos e aos outros ouvintes. Com efeito, o Deus de Israel tinha-Se manifestado sempre como o Bom Pastor do seu povo: tinha ouvido os seus lamentos (cf Ex 3,7); tinha-o libertado da terra da escravidão (cf Dt 5,6); «o Senhor é quem dirige as batalhas» (Ex 15,3) durante o fatigante caminho no deserto para a pátria prometida (cf Sl 78, 52s). [...] Século após século, o Senhor tinha continuado a guiá-lo, ou melhor, a levá-lo nos braços, como o pastor leva os cordeiros (cf Is 40,11). Tinha-o levado mesmo depois da punição do exílio, chamando novamente e reunindo as ovelhas dispersas para as reconduzir à terra dos seus pais (cf Is 49,8s). |
sexta-feira, 5 de maio de 2017
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Naqueles dias, a Igreja gozava de paz, por toda a Judeia, Galileia e Samaria, consolidava-se e caminhava no temor do Senhor e crescia na consolação do Espírito Santo. Naquele tempo, muitos discípulos, ao ouvirem Jesus, disseram: «Estas palavras são duras. Quem pode escutá-las?». Escrevo-vos no seu precioso sangue, com o desejo de vos ver verdadeiros servos de Jesus crucificado, constantes e perseverantes até à morte, a fim de receberdes a coroa de glória, que não é dada a quem só começa, mas a quem persevera até ao fim. Quero, portanto, que vos apliqueis com zelo a correr pela via da verdade, esforçando-vos sempre em avançar de virtude em virtude. Não avançar é recuar, porque a alma não pode ficar estacionária. |
quinta-feira, 4 de maio de 2017
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Naqueles dias, Saulo, respirando ainda ameaças de morte contra os discípulos do Senhor, foi ter com o sumo sacerdote Naquele tempo, os judeus discutiam entre si: «Como pode Jesus dar-nos a sua carne a comer?». A Árvore da Vida é o amor de Deus. Adão perdeu-o na sua queda e nunca mais encontrou a alegria mas, pelo contrário, trabalhava e penava numa terra cheia de espinhos (Gn 3,18). Aqueles que estão privados do amor de Deus comem o pão do seu suor (Gn 3,19) em todas as suas obras, ainda que sigam um caminho reto; foi esse o pão que foi dado a comer à primeira criatura após a queda. Até que encontremos o amor, o nosso trabalho é aí, na terra dos espinhos [...]; seja qual for o grau da nossa justiça pessoal, é com o suor do nosso rosto que vivemos. |
quarta-feira, 3 de maio de 2017
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Naqueles dias, o Anjo do Senhor disse a Filipe: «Levanta-te e dirige-te para o sul, pelo caminho deserto que vai de Jerusalém para Gaza». Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «Ninguém pode vir a Mim, se o Pai, que Me enviou, não o trouxer; e Eu ressuscitá-lo-ei no último dia. «Nós, embora sendo muitos, formamos um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão» (1Cor 10,17). O que é o pão que comemos? O Corpo de Cristo. Em que se transformam os comungantes? No corpo de Cristo; não numa multidão, mas num único corpo. Assim como o pão, constituído por muitos grãos de trigo, é um único pão no qual desaparecem os grãos, assim como os grãos subsistem nele, sendo contudo impossível detetar o que os distingue em massa tão bem ligada, assim também nós, juntos e com Cristo, formamos um todo. Com efeito, não é de um corpo que se alimenta determinado membro, alimentando-se outro membro de outro corpo. É o mesmo corpo que a todos alimenta. E é por isso que o apóstolo Paulo salienta que «todos participamos do mesmo pão». |
terça-feira, 2 de maio de 2017
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Recordo-vos, irmãos, o Evangelho que vos anunciei e que recebestes, no qual permaneceis Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Eu sou o caminho, a verdade e a vida: ninguém vai ao Pai senão por Mim. «Crede em Mim: Eu estou no Pai e o Pai está em Mim». O que significa este «Crede em Mim»? Trata-se de uma expressão que se ilumina por meio da seguinte: «Mostra-nos o Pai». Cristo ordena aos seus apóstolos que acreditem nele para lhes reforçar a fé, essa fé que tinha pedido para ver o Pai. Porque não tinha bastado ao Senhor dizer: «Quem Me vê, vê o Pai». [...] O Senhor quer que acreditemos nele, para que a convicção íntima da nossa fé não corra o risco de ser cancelada. [...] Acreditemos, ao menos com base no testemunho das suas obras, que o Filho de Deus é Deus, que nasceu de Deus e que o Pai e o Filho são um; que um está no outro pelo poder da sua natureza divina, e que nenhum deles existe sem o outro. Aliás, o Pai a nada renuncia daquilo que possui pelo facto de estar no Filho, enquanto este recebe do Pai tudo aquilo pelo qual é Filho. |
segunda-feira, 1 de maio de 2017
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Naqueles dias, Estêvão disse ao povo, aos anciãos e aos escribas: «Homens de dura cerviz, incircuncisos de coração e de ouvidos, sempre resistis ao Espírito Santo. Como foram os vossos antepassados, assim sois vós também. Naquele tempo, disse a multidão a Jesus: «Que milagres fazes Tu, para que nós vejamos e acreditemos em Ti? Que obra realizas? Tendo amado os seus, o Senhor amou-os até ao fim. Sabendo que era chegada a hora de partir deste mundo para regressar ao Pai, no decorrer duma refeição, lavou-lhes os pés e deu-lhes o mandamento do amor. Para lhes deixar uma garantia deste amor, para jamais Se afastar dos seus e para os tornar participantes da sua Páscoa, instituiu a Eucaristia como memorial da sua morte e da sua ressurreição, e ordenou aos seus Apóstolos que a celebrassem até ao seu regresso, «constituindo-os, então, sacerdotes do Novo Testamento» (Concílio de Trento). [...] |
domingo, 30 de abril de 2017
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Naqueles dias, Estêvão, cheio de graça e fortaleza, fazia grandes prodígios e milagres entre o povo. Depois de Jesus ter saciado os cinco mil homens, os seus discípulos viram-n'O a caminhar sobre as águas. No dia seguinte, a multidão que permanecera no outro lado do mar notou que ali só estivera um barco e que Jesus não tinha embarcado com os discípulos; estes tinham partido sozinhos. Escutai, povos de todo o mundo; escutai, nações espalhadas por toda a superfície da terra; ouvi, tribos e raças diversas (cf Ap 7,9), todos vós que vos julgáveis abandonados e que vos consideráveis até agora miseráveis, ouvi e alegrai-vos: o vosso Criador não vos esqueceu. Ele não quis que a sua cólera retivesse durante mais tempo as suas misericórdias; na sua bondade, quer agora salvar, não só o pequeno número dos judeus, mas a imensa multidão. Escutai o santo profeta Isaías [...]: «Naquele dia, a raiz de Jessé será erguida como um sinal para os povos» (11,10). [...] |
sábado, 29 de abril de 2017
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No dia de Pentecostes, Pedro, de pé, com os onze Apóstolos, ergueu a voz e falou ao povo: «Homens da Judeia e vós todos que habitais em Jerusalém, compreendei o que está a acontecer e ouvi as minhas palavras: Caríssimos: Se invocais como Pai Aquele que, sem acepção de pessoas, julga cada um segundo as suas obras, vivei com temor, durante o tempo de exílio neste mundo. Dois dos discípulos de Jesus iam a caminho duma povoação chamada Emaús, que ficava a duas léguas de Jerusalém. Dois dos discípulos caminhavam juntos. Eles não acreditavam, e no entanto falavam sobre o Senhor. De repente Este apareceu-lhes, mas sob uns traços que não lhes permitiam reconhecê-Lo. [...] Convidam-no para partilhar da sua pousada, como é costume entre viajantes [...] Põem a mesa, apresentam os alimentos, e descobrem a Deus, que não tinham ainda reconhecido na explicação das Escrituras, na fração do pão. Não foi portanto ao escutarem os preceitos de Deus que foram iluminados, mas ao cumpri-los: «Não são os que ouvem a Lei que são justos diante de Deus, mas os que praticam a Lei é que serão justificados» (Rom 2,13). Se quisermos compreender o que ouvimos, apressemo-nos a pôr em prática o que conseguimos perceber. O Senhor não foi reconhecido enquanto falava; Ele dignou-Se manifestar-Se quando Lhe ofereceram de comer. |
sexta-feira, 28 de abril de 2017
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Caríssimos: Esta é a mensagem que ouvimos de Jesus Cristo e vos anunciamos: Deus é luz e n'Ele não há trevas. Naquele tempo, Jesus exclamou: «Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos. Pai, dou-Vos graças por não terdes desprezado a vossa criatura. Não desviastes de mim o vosso rosto nem rejeitastes os meus desejos. Vós, que sois a Luz, não considerastes as minhas trevas; Vós, que sois a Vida, não Vos afastastes de mim, que sou a morte; Vós, que sois o Médico supremo, poisastes os olhos na minha grande enfermidade; Vós, que sois a pureza eterna, não Vos afastastes das minhas manchas e das minhas misérias; Vós sois o Infinito, eu o nada; Vós sois a Sabedoria, eu a loucura. A despeito das minhas faltas e dos inúmeros vícios que em mim existem, Vós não me desprezastes; sim, Vós, a Sabedoria, a Bondade, a Clemência; Vós, o Bem supremo e infinito. Na vossa luz, encontrei a luz; na vossa sabedoria, a verdade; na vossa clemência, a caridade e o amor do próximo. Quem Vos determinou? Não foram as minhas virtudes, foi a vossa caridade. O amor levou-Vos a aclarar o olhar da minha inteligência pela luz da fé, para me fazer conhecer e compreender a vossa Verdade, que se manifestava a mim. |
quinta-feira, 27 de abril de 2017
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Naqueles dias, levantou-se um homem no Sinédrio, um fariseu chamado Gamaliel, doutor da Lei venerado por todo o povo, e mandou sair os Apóstolos por uns momentos. Naquele tempo, Jesus partiu para o outro lado do mar da Galileia, ou de Tiberíades. Encontram-se no cerne da celebração da Eucaristia o pão e o vinho, os quais, pelas palavras de Cristo e pela invocação do Espírito Santo, se tornam o Corpo e o Sangue de Cristo. Fiel à ordem do Senhor, a Igreja continua fazendo, em sua memória, até à sua volta gloriosa, o que Ele fez na véspera da sua Paixão: «Tomou o pão», «Tomou o cálice cheio de vinho». Ao tornarem-se misteriosamente o Corpo e o Sangue de Cristo, os sinais do pão e do vinho continuam a significar também a bondade da criação. Assim, no ofertório, damos graças ao Criador pelo pão e pelo vinho, fruto «do trabalho do homem», mas antes «fruto da terra» e «da videira», dons do Criador. A Igreja vê neste gesto de Melquisedec, rei e sacerdote que «trouxe pão e vinho» (Gn 14,18), uma prefiguração de sua própria oferta. |
quarta-feira, 26 de abril de 2017
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Naqueles dias, o comandante do templo e os guardas trouxeram os Apóstolos e fizeram-nos comparecer diante do Sinédrio. O sumo sacerdote interpelou-os, dizendo: «Aquele que vem do alto está acima de todos; quem é da terra, à terra pertence e da terra fala. O Senhor disse-nos: «Esquadrinhai as Escrituras» (Jo 5,39). Esquadrinhai-as então e retende com muita exactidão e fé tudo o que elas dizem. Deste modo, conhecendo claramente a vontade de Deus [...], sereis capazes de distinguir, sem vos enganardes, o bem do mal, em lugar de ouvirdes qualquer espírito e de serdes levados por pensamentos nocivos. |
terça-feira, 25 de abril de 2017
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Naqueles dias, o sumo sacerdote e todo o seu grupo, isto é, o partido dos saduceus, enfurecidos contra os Apóstolos, Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: «Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho Unigénito, para que todo o homem que acredita n'Ele não pereça, mas tenha a vida eterna. Que nos ensina a cruz de Cristo, que é, em certo sentido, a última palavra da sua mensagem e da sua missão messiânica? Em certo sentido — note-se bem —, porque não é ela ainda a última palavra da Aliança de Deus. A última palavra seria pronunciada na madrugada, quando, primeiro as mulheres e depois os Apóstolos, ao chegarem ao sepulcro de Cristo crucificado, o vão encontrar vazio, e ouvem pela primeira vez este anúncio: «Ressuscitou». Depois, repetirão aos outros tal anúncio e serão testemunhas de Cristo Ressuscitado. |
segunda-feira, 24 de abril de 2017
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Revesti-vos de humildade, uns para com os outros, porque «Deus resiste aos soberbos e dá a graça aos humildes». Naquele tempo, Jesus apareceu aos Onze e disse-lhes: «Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura. O Senhor disse aos Onze: «Eis os milagres que acompanharão os que acreditarem: expulsarão os demónios em meu nome; falarão novas línguas; se pegarem em serpentes ou beberem veneno, não sofrerão nenhum mal; e quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados.» No início da Igreja, todos os sinais que o Senhor estabelece aqui foram cumpridos à risca, não só pelos apóstolos, mas por muitos outros santos. Os pagãos não teriam abandonado a adoração dos ídolos se a pregação do Evangelho não tivesse sido confirmada por tantos sinais e milagres. De facto, não pregavam os discípulos de Cristo «um Messias crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os gentios», nas palavras de São Paulo? (1Cor 1,23) [...] |
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