Naqueles dias, estavam Pedro e João a falar ao povo, depois da cura do cego de nascença, quando surgiram os sacerdotes, o comandante do templo e os saduceus, Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, Naquele tempo, Jesus apareceu outra vez aos discípulos, junto ao lago de Tiberíades, e manifestou-Se deste modo: Mas o que é a ressurreição? Ela não entra no âmbito das nossas experiências, pelo que a mensagem acaba por ser, em certa medida, frequentemente mal compreendida, uma coisa do passado. A Igreja procura levar-nos à sua compreensão […] na linguagem dos símbolos […]. Na Vigília Pascal, indica-nos o significado deste dia sobretudo através de três símbolos: a luz, a água e o cântico novo do aleluia. |
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Evangelho do Dia
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Naqueles dias, o coxo de nascença que tinha sido curado não largava Pedro e João e todo o povo, cheio de assombro, acorreu para junto deles, ao pórtico de Salomão. Ó Senhor, nosso Deus, Naquele tempo, os discípulos de Emaús contaram o que lhes tinha acontecido pelo caminho e como Jesus se lhes dera a conhecer, ao partir o pão. Na noite da ressurreição, |
terça-feira, 22 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Naqueles dias, Pedro e João subiam ao templo, para a oração das três horas da tarde. Louvai o Senhor, aclamai o seu nome, Dois dos discípulos iam a caminho de uma aldeia chamada Emaús, que ficava a cerca de duas léguas de Jerusalém; Irmãos, quando é que o Senhor Se deu a conhecer? Quando partiu o pão. Fiquemos portanto tranquilos: quando partirmos o pão, reconheceremos o Senhor. Se Ele só quis ser reconhecido nesse instante, foi por nossa causa, foi para que não O víssemos na carne, comendo no entanto da sua carne. Portanto tu que crês nele, quem quer que sejas, tu que não tomas em vão o nome de cristão, tu que não entras numa igreja por acaso, tu que escutas a palavra de Deus no temor e na esperança, para ti o pão partido será uma consolação. A ausência do Senhor não é uma ausência verdadeira. Tem confiança, guarda a fé e Ele estará contigo, ainda que não O vejas. |
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Evangelho do Dia
No dia de Pentecostes, disse Pedro aos judeus: «Saiba toda a casa de Israel, com absoluta certeza, que Deus estabeleceu como Senhor e Messias a esse Jesus por vós crucificado.» As palavras do Senhor são verdadeiras, Naquele tempo, Maria Madalena estava junto ao túmulo, da parte de fora, a chorar. Sem parar de chorar, debruçou-se para dentro do túmulo, Lá fora reinava a obscuridade, ainda não era dia, mas este sepulcro estava cheio da luz da ressurreição. Maria, pela graça de Deus, viu esta luz: o seu amor por Cristo tornou-se mais vivo e ela teve força para ver os anjos. […] Então estes disseram-lhe: «Mulher porque choras? Vês o céu neste sepulcro, ou antes, um templo celeste no lugar de um túmulo escavado para ser uma prisão. […] Porque choras?» […] |
domingo, 20 de abril de 2014
Evangelho do Dia
No dia de Pentecostes, Pedro de pé, com os onze Apóstolos, ergueu a voz e falou ao povo: « Defendei-me, Senhor; Vós sois o meu refúgio. Naquele tempo, Maria Madalena, e a outra Maria, que tinham ido ao túmulo do Senhor afastaram-se a toda a pressa, cheias de temor e de grande alegria, e correram a dar a notícia aos discípulos. «Bendito seja o Rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas alturas!» (Lc 19,38). […] Respira-se um clima de alegria. Jesus despertou tantas esperanças no coração, especialmente das pessoas humildes, simples, pobres, abandonadas, pessoas que não contam aos olhos do mundo. Soube compreender as misérias humanas, mostrou o rosto misericordioso de Deus e inclinou-Se para curar o corpo e a alma. Assim é Jesus. Assim é o seu coração, que nos vê a todos, que vê as nossas enfermidades, os nossos pecados. Grande é o amor de Jesus! […] Jesus é Deus, mas desceu a caminhar connosco como nosso amigo, como nosso irmão. […] |
sábado, 19 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Naqueles dias, Pedro tomou a palavra e disse:« Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, Irmãos: Portanto, já que fostes ressuscitados com Cristo, procurai as coisas do alto, onde está Cristo, sentado à direita de Deus. No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo logo de manhã, ainda escuro, e viu retirada a pedra que o tapava. Esse dia é o primeiro dia duma nova criação. Neste dia Deus criou «um novo céu e uma nova terra» (cf Is 65,17; Ap 21,1). […] Neste dia é criado o verdadeiro homem, feito «à imagem e semelhança de Deus» (Gn 1,26). Vê o mundo que foi inaugurado neste dia, neste «dia que o Senhor fez» (Sl 118,24). […] Este dia aboliu a dor da morte e colocou no mundo «o primogénito de entre os mortos» (Col 1,18). Neste dia, […] a prisão da morte foi destruída, e os cegos recuperaram a vista, porque o astro do alto elevou-Se «para iluminar os que jazem nas trevas e na sombra da morte» (Lc 1,78ss). […] |
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Naqueles dias, o Senhor disse a Moisés: «Porque clamas por mim? Fala aos filhos de Israel e manda-os partir. «Cantarei ao Senhor que é verdadeiramente grande: Irmãos:Todos nós que fomos baptizados em Cristo Jesus, fomos baptizados na sua morte. Terminado o sábado, ao romper do primeiro dia da semana, Maria de Magdala e a outra Maria foram visitar o sepulcro. Eis a hora em que aparece a luz bendita de Cristo; os raios puros do Espírito elevam-se e o céu abre os tesouros da glória divina. A noite vasta e obscura foi engolida, dissiparam-se as trevas espessas, a triste sombra da morte afundou-se nas sombras. A vida desdobra-se sobre todas as coisas; tudo se enche de uma luz sem fim. A aurora das auroras levanta-se sobre a terra e, «das entranhas da madrugada» (Sl 110,3), antes dos astros, imortal e imenso, o grande Cristo brilha mais que o sol sobre todos os seres. |
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Olhai, o meu servo terá êxito, será muito engrandecido e exaltado. Em Vós, Senhor, me refugio; Irmãos: Uma vez que temos um grande Sumo Sacerdote que atravessou os céus, Jesus, o Filho de Deus, conservemos firme a fé que professamos. Naquele tempo, Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente do Cédron, onde havia um horto, e ali entrou com os seus discípulos. Ao contrário da árvore produtora de morte, |
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Naqueles dias, o Senhor disse a Moisés e a Aarão na terra do Egipto: Como retribuirei ao Senhor Irmãos: Eu recebi do Senhor o que também vos transmiti: o Senhor Jesus na noite em que era entregue, tomou pão Antes da festa da Páscoa, Jesus, sabendo bem que tinha chegado a sua hora da passagem deste mundo para o Pai, Ele, que amara os seus que estavam no mundo, levou o seu amor por eles até ao extremo. «Jesus levantou-Se da mesa, tirou o manto, tomou uma toalha e atou-a à cintura. Depois deitou água na bacia e começou a lavar os pés aos discípulos». Lemos no Génesis uma narração do mesmo género. Abraão diz aos mensageiros, aos três anjos que o visitam: «Trarei um pouco de água para vos lavar os pés. Descansai debaixo desta árvore. Vou buscar um bocado de pão e quando as vossas forças estiverem restauradas…» (18,4-5). O que Abraão fez aos três anjos, Cristo fê-lo aos seus apóstolos, os mensageiros da verdade que iriam anunciar ao mundo inteiro a fé na Santíssima Trindade. |
terça-feira, 15 de abril de 2014
Evangelho do Dia
«O Senhor Deus ensinou-me o que devo dizer, para saber dar palavras de alento aos desanimados. Cada manhã desperta os meus ouvidos, para que eu aprenda como os discípulos. Por causa de ti, tenho sofrido insultos, Naquele tempo, um dos Doze, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes Quando Se separou de sua mãe, Jesus escolheu amigos humanos – os doze apóstolos – como se tivesse desejado pôr neles a sua simpatia. Escolheu-os, diz Ele, para serem, não servos, mas amigos (Jo 15,15). Fez deles seus confidentes; confiou-lhes coisas que não disse a outros. Era sua vontade favorecê-los, mostrar-lhes toda a sua generosidade, como um pai para com os seus filhos dilectos. Pelo que lhes revelou, satisfê-los mais do que aos reis, aos profetas e aos sábios da Antiga Aliança. Chamou-lhes «filhinhos» (Jo 13, 33); para lhes conferir os seus dons, preferiu-os aos «sábios e entendidos» deste mundo (Mt 11,25). Manifestou a sua alegria e elogiou-os por permanecerem consigo nas provações (Lc 22,28) e, como sinal de reconhecimento, anunciou-lhes que um dia se haviam de sentar em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel (v.30). Já perto da suprema provação, encontrou conforto na sua amizade. |
Cristo, nossa Páscoa
Prezados assinantes,
Acabamos de entrar na Semana Santa. Preparemo-nos para reviver intensamente, unidos a Nosso Senhor Jesus Cristo, o combate entre a Luz e as Trevas, entre a Vida e a Morte. Conscientes das nossas faltas, recordemo-nos de que Cristo morreu para nos salvar. «Cristo curou as tuas feridas sobre essa cruz em que durante tanto tempo sofreu as suas; curou-te da morte eterna sobre essa cruz em que se dignou morrer de ume morte temporal. Mas terá ele morrido, ou foi antes a morte que nele morreu? Que morte foi esta que matou a própria morte!» (Santo Agostinho)
Tenhamos a coragem de responder ao amor infinito de Jesus e participemos plenamente na alegria da ressurreição!
Queridos assinantes, desejamo-nos uma santa Semana Santa e excelentes festas pascais!
A equipa do Evangelho Quotidiano em língua portuguesa
www.evangelhoquotidiano.org «Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna» Jo 6, 68
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Evangelho do Dia
«Terras de Além- Mar, escutai-me; prestai atenção, povos de longe. Quando ainda estava no ventre materno, o Senhor chamou-me, quando ainda estava no seio da minha mãe, pronunciou o meu nome. Em ti, Senhor, me refugio, Naquele tempo, estando Jesus à mesa com os discípulos, sentiu-Se intimamente perturbado e declarou: «Em verdade, em verdade vos digo que um de vós me há-de entregar!» A paz é um dom da ressurreição de Cristo. No limiar da morte, Ele não hesitou em dar essa paz ao discípulo que O entregou: beijou o traidor como se beija um amigo fiel. Não penseis que o beijo que o Senhor deu a Judas Iscariotes foi inspirado por qualquer sentimento que não fosse a ternura. Cristo já sabia que Judas O trairia. Sabia o que significava esse beijo, que era normalmente um sinal de amor, e não Se furtou a ele. A amizade é assim mesmo: não recusa um último beijo àquele que vai morrer; não retira essa última prova de ternura aos entes queridos. Mas Jesus esperava também que esse gesto sobressaltasse Judas e que, espantado pela sua bondade, ele não traísse Aquele que o amava, ele não entregasse Aquele que o beijava. Assim, esse beijo foi dado como um teste: se o reabilitasse, seria um laço de paz entre Jesus e o seu discípulo; mas, se Judas O traísse, esse beijo criminoso tornar-se-ia a sua própria acusação. |
domingo, 13 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Diz o Senhor: «Eis o meu servo, que Eu amparo, o meu eleito, que Eu preferi. Fiz repousar sobre ele o meu espírito, para que leve às nações a verdadeira justiça. O Senhor é minha luz e salvação: Seis dias antes da Páscoa, Jesus foi a Betânia, onde vivia Lázaro, que Ele tinha ressuscitado dos mortos. «Ao chegar, Jesus encontrou Lázaro sepultado havia quatro dias. […] Então Jesus começou a chorar» (Jo 11,17.35). Porque chorou Nosso Senhor diante do túmulo de Lázaro? […] Chorou por compaixão pelo luto dos outros […]; chorou ao ver a angústia do mundo […]. |
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- - Juventude Nova é um estilo de vida. Um novo jeito de ser. - Ser JN significa assumir e testemunhar uma vida nova, renovada por Jesus Cristo.