Naqueles dias, Jacob chamou os seus filhos e disse-lhes: «Ajuntai-vos para escutar, filhos de Jacob, para escutar Israel, vosso pai. Deus, concedei ao rei o poder de julgar Genealogia de Jesus Cristo, Filho de David, Filho de Abraão: Abraão, nosso pai na fé: A fé desvenda-nos o caminho e acompanha os nossos passos na história. Por isso, se quisermos compreender o que é a fé, temos de explanar o seu percurso, o caminho dos homens crentes. […] Um posto singular ocupa Abraão, nosso pai na fé. Na sua vida, acontece um facto impressionante: Deus dirige-lhe a Palavra, revela-Se como um Deus que fala e chama-o pelo seu nome. A fé está ligada à escuta. Abraão não vê Deus, mas ouve a sua voz. Deste modo, a fé assume um carácter pessoal: o Senhor não é o Deus de um lugar, nem mesmo o Deus vinculado a um tempo sagrado específico, mas o Deus de uma pessoa, concretamente o Deus de Abraão, Isaac e Jacob, capaz de entrar em contacto com o homem e de estabelecer com ele uma aliança. A fé é a resposta a uma Palavra que interpela pessoalmente, a um Tu que nos chama pelo nosso nome. |
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Evangelho do Dia
domingo, 15 de dezembro de 2013
Evangelho do Dia
Naqueles dias, o profeta Balaão levantou os olhos e viu Israel acampado por tribos. Desceu sobre ele o Espírito de Deus Mostra-me, Senhor, os teus caminhos Naquele tempo, Jesus foi ao templo e, enquanto ensinava, foram ter com Ele os sumos sacerdotes e os anciãos do povo e disseram-lhe: «Com que autoridade fazes isto? E quem te deu tal poder?» Na verdade, meus irmãos, aquilo que Deus prometia parecia inacreditável aos homens: que, a partir deste estado mortal em que são corruptíveis, desprezíveis, fracos, pó e cinzas, se tornariam iguais aos anjos de Deus! Foi por isso que Deus não Se limitou a estabelecer com os homens o contrato das Escrituras para que acreditassem, mas optou por um mediador e garante da sua fé: e não foi um príncipe, nem um anjo, nem um arcanjo, mas o Seu Filho único. Assim, através do Seu próprio Filho, mostrou-nos o caminho pelo qual nos conduziria ao fim que nos havia prometido. Porém, para Deus era pouco o Seu Filho mostrar-nos o caminho; assim, Deus fez dele o caminho (Jo 14,6), que tu seguirás sob a Sua direcção, o caminho que trilharás. […] |
sábado, 14 de dezembro de 2013
Evangelho do Dia
O deserto e a terra árida vão alegrar-se, a estepe exultará e dará flores belas como narcisos. O Senhor salva os oprimidos, Irmãos; Sede, pois, pacientes, irmãos, até à vinda do Senhor. Vede como o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando com paciência que venham as chuvas temporãs e as tardias. Naquele tempo, João, que estava no cárcere, tendo ouvido falar das obras de Cristo, enviou-Lhe os seus discípulos Voz da alma que se oferece a Deus: «Sou uma órfã sem mãe, sou indigente e pobre. Sem Jesus, não tenho nenhuma consolação; só Ele pode satisfazer a sede da minha alma. Ele é o amigo preferido e único do meu coração, "o Rei dos reis e Senhor dos senhores" (Ap 19,16). […] O meu corpo e a minha alma estão na sua mão; que Ele faça de mim tudo o que agradar à sua bondade. Quem me concederá tornar-me um ser segundo o seu coração, para que Ele encontre em mim o que desejar, segundo a excelência do seu gosto? Só isso poderá alegrar-me e consolar-me. |
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Evangelho do Dia
Naqueles dias o profeta Elias levantou-se impetuoso como o fogo; as suas palavras eram ardentes como um facho. Mostrai-nos, Senhor, o vosso rosto e seremos salvos Ao descerem do monte, os discípulos fizeram a Jesus esta pergunta: «Então, porque é que os doutores da Lei dizem que Elias há-de vir primeiro?» Deus fixou um tempo para as suas promessas e um tempo para realizar aquilo que tinha prometido. O tempo das promessas foi o tempo dos profetas, até João Baptista; a partir dele e até ao fim, é o tempo de concretizar o que tinha sido prometido. Deus é fiel: Ele fez-Se nosso devedor, não para receber de nós fosse o que fosse, mas por nos ter prometido grandes coisas. E prometer foi pouco: quis comprometer-Se por escrito, fazendo connosco um contrato através das suas promessas; assim, quando começar a cumprir as suas promessas, poderemos ponderar na Escritura a ordem pela qual se deve realizar o que Ele tinha prometido. É por isso que o tempo da profecia, como dissemos tantas vezes, foi a predição das promessas. |
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Evangelho do Dia
Eis o que diz o Senhor, teu redentor, o Santo de Israel: «Eu sou o Senhor teu Deus, que te dou lições para teu bem, que te guio pelo caminho que deves seguir. Feliz o homem que não segue o conselho dos ímpios, Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «A quem poderei comparar esta geração? É semelhante a crianças sentadas na praça, que se interpelam umas às outras, Ó Sabedoria admirável de Deus, quão poderosa, quão brilhante é a tua voz! Chamas a Ti sem excepção todos os que Te desejam; fazes dos humildes a tua morada; confortas os que Te confortam (Pr 8,17); julgas a causa do pobre; com bondade, de todos tens piedade. «Não detestas nada do que fizeste»; «desvias os olhos dos pecados dos homens» e misericordiosamente esperas que venham penitenciar-se (Sab 11,23-24). […] Tu que renovas todas as coisas, com a tua graça renova-me e santifica-me em Ti, para que possas estabelecer-Te na minha alma […]. Faz que, desde a manhã, eu vele por Ti, para Te encontrar em verdade (Is 26,9; Sab 6,12-14); manifesta-Te pois diante de mim, para que em verdade eu Te deseje com ardor. |
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Evangelho do Dia
«Sou Eu, o Senhor, teu Deus, que te seguro pela mão direita e te digo: 'Não tenhas medo, Eu mesmo te ajudarei!' Exaltarei a tua grandeza, ó meu rei e meu Deus; Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «Em verdade vos digo: Entre os nascidos de mulher, não apareceu ninguém maior do que João Baptista; e, no entanto, o mais pequeno no Reino do Céu é maior do que ele. Tal como o proprietário do Evangelho de São Lucas se desloca por três vezes à figueira estéril (Lc 13,6), assim a Santa Madre Igreja marca todos os anos a vinda do Senhor por um período distinto de três semanas. «O Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido» (Lc 19,10). Ele veio antes da Lei, porque deu a conhecer pela razão natural o que todos devem fazer ou seguir (Rom 1,20). Veio sob a Lei porque confirmou os decretos da Lei aos descendentes de Abraão pelos exemplos dos patriarcas e pela voz dos profetas. Veio uma terceira vez, depois da Lei, pela graça, para chamar os gentios, de modo que do Oriente ao Ocidente os filhos aprendam a louvar o nome do Senhor (Sl 112,3) – esses filhos que, até o fim do mundo, Ele não cessa de chamar ao louvor da sua glória. […] |
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Evangelho do Dia
«A quem, pois, me comparareis, que seja igual a mim?» pergunta o Deus Santo. Bendiz, ó minha alma, o Senhor, Naquele tempo, Jesus exclamou: «Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. A plenitude a que Jesus leva a fé possui outro aspecto decisivo: na fé, Cristo não é apenas Aquele em quem acreditamos, a maior manifestação do amor de Deus, mas é também Aquele a quem nos unimos para poder acreditar. A fé não só olha para Jesus, mas olha também a partir da perspectiva de Jesus e com os seus olhos: é uma participação no seu modo de ver. Em muitos âmbitos da vida, fiamo-nos de outras pessoas que conhecem as coisas melhor do que nós: temos confiança no arquitecto que constrói a nossa casa, no farmacêutico que nos fornece o remédio para a cura, no advogado que nos defende no tribunal. Precisamos também de alguém que seja fiável e perito nas coisas de Deus: Jesus, seu Filho, apresenta-Se como Aquele que nos explica Deus (cf Jo 1,18). A vida de Cristo, a sua maneira de conhecer o Pai, de viver totalmente em relação com Ele abre um espaço novo à experiência humana, e nós podemos entrar nele. |
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Evangelho do Dia
Consolai, consolai o meu povo, é o vosso Deus quem o diz. Cantai ao Senhor um cântico novo. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Que vos parece? Se um homem tiver cem ovelhas e uma delas se tresmalhar, não deixará as noventa e nove no monte, para ir à procura da tresmalhada? Não sei, Senhor, a hora escolhida; |
domingo, 8 de dezembro de 2013
Evangelho do Dia
O deserto e a terra árida vão alegrar-se, a estepe exultará e dará flores belas como narcisos. Escutemos os que diz o Senhor: Certo dia, enquanto Jesus ensinava, estavam entre a assistência fariseus e doutores da Lei, que tinham vindo de todas as localidades da Galileia, da Judeia e de Jerusalém; e o poder do Senhor levava-O a realizar curas. O Verbo, a Palavra de Deus, veio habitar no homem, tornou-Se «Filho do homem» para habituar o homem a receber Deus e habituar Deus a habitar no homem, como aprouve ao Pai. Portanto, o sinal da nossa salvação, o Emanuel nascido da Virgem, foi dado pelo próprio Senhor (Is 7,14). Na verdade, é o próprio Senhor que salva os homens, já que eles não se podem salvar a si próprios. [...] Disse o profeta Isaías: «Fortalecei as mãos débeis, robustecei os joelhos vacilantes. Dizei aos que têm o coração inde¬ciso: 'Tomai ânimo, não temais!' Eis o vosso Deus, que vem para vos vingar. Deus vem em pessoa retribuir-vos e salvar-vos» (35,3-4). Pois somente com a ajuda de Deus, e não por nós próprios, podemos ser salvos. |
sábado, 7 de dezembro de 2013
Evangelho do Dia
Depois de Adão ter comido da árvore, o Senhor Deus chamou-o e disse-lhe: «Onde estás?» Cantai ao Senhor um cântico novo, Irmãos: E a verdade é que tudo o que foi escrito no passado foi escrito para nossa instrução, a fim de que, pela paciência e pela consolação que nos dão as Escrituras, tenhamos esperança. Naquele tempo, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré, A degenerescência do pecado tinha obscurecido a beleza da nossa nobreza original. Mas quando nasce a mãe da Beleza suprema, a nossa natureza readquire a sua pureza e vê-se moldada segundo o modelo perfeito e digno de Deus (Gn 1,26). […] Todos nós tínhamos preferido o mundo de baixo ao do alto. Não nos restava qualquer esperança de salvação; o estado da nossa natureza pedia socorro ao céu. […] Finalmente, o divino artesão do universo decidiu fazer surgir um mundo novo, um mundo todo ele harmonia e juventude. |
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Evangelho do Dia
Eis o que diz o Senhor Deus, o Santo de Israel: «Povo de Sião, que habitas em Jerusalém, já não chorarás mais, porque o Senhor terá piedade de ti quando ouvir a tua súplica, e, mal te ouça, logo te responderá. Louvai o Senhor, porque é bom cantar! Naquele tempo, Jesus percorria as cidades e as aldeias, ensinando nas sinagogas, proclamando o Evangelho do Reino e curando todas as enfermidades e doenças. A Igreja, à qual todos somos chamados e na qual, por graça de Deus, alcançamos a santidade, só na glória celeste alcançará a sua realização acabada, quando vier o tempo da restauração de todas as coisas (cf Act 3,21) e quando, juntamente com o género humano, também o universo inteiro, que ao homem está intimamente ligado e por ele atinge o seu fim, for perfeitamente restaurado em Cristo. […] |
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Evangelho do Dia
Assim fala o Senhor Deus: «Dentro de muito pouco tempo, o Líbano converter-se-á em pomar, e o pomar será como uma floresta. O Senhor é minha luz e salvação: Naquele tempo, Jesus pôs-Se a caminho e seguiram-n'O dois cegos, gritando: «Filho de David, tem misericórdia de nós!» A luz da fé (lumen fidei) é a expressão com que a tradição da Igreja designou o grande dom trazido por Jesus. Eis como Ele Se nos apresenta, no Evangelho de João: «Eu vim ao mundo como luz, para que todo o que crê em Mim não fique nas trevas» (Jo 12,46). E São Paulo exprime-se nestes termos: «Porque o Deus que disse: "das trevas brilhe a luz" foi quem brilhou nos nossos corações» (2Cor 4,6). […] |
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Evangelho do Dia
Naquele dia será cantado este cântico na terra de Judá: «Temos uma cidade forte. Para a defender, o Senhor ergueu muralhas e baluartes. Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Nem todo o que me diz: 'Senhor, Senhor' entrará no Reino do Céu, mas sim aquele que faz a vontade de meu Pai que está no Céu. A luz do amor, própria da fé, pode iluminar as perguntas do nosso tempo acerca da verdade. Muitas vezes, hoje, a verdade é reduzida a autenticidade subjectiva do indivíduo, válida apenas para a vida individual. Uma verdade comum mete-nos medo, porque a identificamos […] com a imposição intransigente dos totalitarismos; mas, se ela é a verdade do amor, se é a verdade que se mostra no encontro pessoal com Outro e com os outros, então fica livre da reclusão no indivíduo e pode fazer parte do bem comum. Sendo a verdade de um amor, não é verdade que se impõe pela violência, não é verdade que esmaga o indivíduo; nascendo do amor pode chegar ao coração, ao centro pessoal de cada homem; daqui resulta claramente que a fé não é intransigente, mas cresce na convivência que respeita o outro. O crente não é arrogante; pelo contrário, a verdade torna-o humilde, sabendo que, mais do que possuirmo-la nós, é ela que nos abraça e possui. Longe de nos endurecer, a segurança da fé põe-nos a caminho e torna possível o testemunho e o diálogo com todos. |
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Evangelho do Dia
Sobre este monte, o Senhor do Universo prepara para todos os povos um banquete de manjares suculentos, um banquete de vinhos deliciosos, carnes gordas e saborosas, vinhos velhos e bem tratados. O Senhor é meu pastor: nada me faltará. Naquele tempo, Jesus foi para junto do mar da Galileia. Subiu ao monte e sentou-se. De onde nasce a multiplicação dos pães? A resposta encontra-se no convite de Jesus aos discípulos: «Dai-lhes vós mesmos de comer» (Lc 9,13) – «dar», compartilhar. Que compartilham os discípulos? Aquele pouco de que dispõem: cinco pães e dois peixes (ibid.). Mas são precisamente aqueles pães e peixes que, nas mãos do Senhor, saciam toda a multidão. E são exactamente os discípulos, confusos diante da incapacidade dos seus meios, da pobreza daquilo que podem pôr à disposição, que mandam as pessoas acomodar-se e que distribuem — confiando na palavra de Jesus — os pães e os peixes que saciam a multidão. E isto diz-nos que na Igreja, mas também na sociedade, uma palavra-chave da qual não devemos ter receio é «solidariedade», ou seja, saber pôr à disposição de Deus aquilo que temos, as nossas humildes capacidades, porque somente na partilha e no dom a nossa vida será fecunda e dará fruto. Solidariedade: uma palavra malvista pelo espírito mundano! |
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Evangelho do Dia
Naquele dia, brotará um rebento do tronco de Jessé, e um renovo brotará das suas raízes. Deus, concedei ao rei o poder de julgar Naquele tempo, Jesus estremeceu de alegria sob a acção do Espírito Santo e disse: «Bendigo-te, ó Pai, Senhor do Céu e da Terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e aos inteligentes e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. A plenitude da fé cristã: «Abraão (...) exultou pensando em ver o meu dia; viu-o e ficou feliz» (Jo 8,56). De acordo com estas palavras de Jesus, a fé de Abraão estava orientada para Ele, era de certo modo uma visão antecipada do seu mistério. Assim o entende Santo Agostinho, quando afirma que os Patriarcas se salvaram pela fé; não era a fé em Cristo já chegado, mas a fé em Cristo que havia de vir, uma fé que tendia para o evento futuro de Jesus. |
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domingo, 1 de dezembro de 2013
Evangelho do Dia
EVANGELHO QUOTIDIANO"Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna". João 6, 68 Naquele dia, o rebento do Senhor tornar-se-á ornamento e glória, e o fruto da terra será grandeza e honra para os sobreviventes de Israel. Que alegria, quando me disseram: Naquele tempo, ao entrar Jesus em Cafarnaúm, aproximou-se dele um centurião, suplicando nestes termos: A Igreja peregrina é, por sua natureza, missionária, visto que tem a sua origem, segundo o desígnio de Deus Pai, na missão do Filho e do Espírito Santo. Este desígnio brota do amor fontal, isto é, da caridade que Deus Pai, […] de quem é gerado o Filho e de quem procede o Espírito Santo pelo Filho, quis derramar […] criando-nos livremente pela sua extraordinária e misericordiosa benignidade, e depois chamando-nos gratuitamente a partilhar da sua própria vida e glória. Quis ser, assim, não só Criador de todas as coisas mas também «tudo em todas as coisas» (1Cor 15,28) […]. Aprouve, porém, a Deus chamar os homens, […] constituindo-os num Povo em que os seus filhos, que estavam dispersos, se congregassem em unidade (Jo 11,52). […] |
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- - Juventude Nova é um estilo de vida. Um novo jeito de ser. - Ser JN significa assumir e testemunhar uma vida nova, renovada por Jesus Cristo.