Naqueles dias, o Senhor disse a Moisés e a Aarão na terra do Egipto: Como retribuirei ao Senhor Irmãos: Eu recebi do Senhor o que também vos transmiti: o Senhor Jesus na noite em que era entregue, tomou pão Antes da festa da Páscoa, Jesus, sabendo bem que tinha chegado a sua hora da passagem deste mundo para o Pai, Ele, que amara os seus que estavam no mundo, levou o seu amor por eles até ao extremo. «Jesus levantou-Se da mesa, tirou o manto, tomou uma toalha e atou-a à cintura. Depois deitou água na bacia e começou a lavar os pés aos discípulos». Lemos no Génesis uma narração do mesmo género. Abraão diz aos mensageiros, aos três anjos que o visitam: «Trarei um pouco de água para vos lavar os pés. Descansai debaixo desta árvore. Vou buscar um bocado de pão e quando as vossas forças estiverem restauradas…» (18,4-5). O que Abraão fez aos três anjos, Cristo fê-lo aos seus apóstolos, os mensageiros da verdade que iriam anunciar ao mundo inteiro a fé na Santíssima Trindade. |
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Evangelho do Dia
terça-feira, 15 de abril de 2014
Evangelho do Dia
«O Senhor Deus ensinou-me o que devo dizer, para saber dar palavras de alento aos desanimados. Cada manhã desperta os meus ouvidos, para que eu aprenda como os discípulos. Por causa de ti, tenho sofrido insultos, Naquele tempo, um dos Doze, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes Quando Se separou de sua mãe, Jesus escolheu amigos humanos – os doze apóstolos – como se tivesse desejado pôr neles a sua simpatia. Escolheu-os, diz Ele, para serem, não servos, mas amigos (Jo 15,15). Fez deles seus confidentes; confiou-lhes coisas que não disse a outros. Era sua vontade favorecê-los, mostrar-lhes toda a sua generosidade, como um pai para com os seus filhos dilectos. Pelo que lhes revelou, satisfê-los mais do que aos reis, aos profetas e aos sábios da Antiga Aliança. Chamou-lhes «filhinhos» (Jo 13, 33); para lhes conferir os seus dons, preferiu-os aos «sábios e entendidos» deste mundo (Mt 11,25). Manifestou a sua alegria e elogiou-os por permanecerem consigo nas provações (Lc 22,28) e, como sinal de reconhecimento, anunciou-lhes que um dia se haviam de sentar em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel (v.30). Já perto da suprema provação, encontrou conforto na sua amizade. |
Cristo, nossa Páscoa
Prezados assinantes,
Acabamos de entrar na Semana Santa. Preparemo-nos para reviver intensamente, unidos a Nosso Senhor Jesus Cristo, o combate entre a Luz e as Trevas, entre a Vida e a Morte. Conscientes das nossas faltas, recordemo-nos de que Cristo morreu para nos salvar. «Cristo curou as tuas feridas sobre essa cruz em que durante tanto tempo sofreu as suas; curou-te da morte eterna sobre essa cruz em que se dignou morrer de ume morte temporal. Mas terá ele morrido, ou foi antes a morte que nele morreu? Que morte foi esta que matou a própria morte!» (Santo Agostinho)
Tenhamos a coragem de responder ao amor infinito de Jesus e participemos plenamente na alegria da ressurreição!
Queridos assinantes, desejamo-nos uma santa Semana Santa e excelentes festas pascais!
A equipa do Evangelho Quotidiano em língua portuguesa
www.evangelhoquotidiano.org «Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna» Jo 6, 68
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Evangelho do Dia
«Terras de Além- Mar, escutai-me; prestai atenção, povos de longe. Quando ainda estava no ventre materno, o Senhor chamou-me, quando ainda estava no seio da minha mãe, pronunciou o meu nome. Em ti, Senhor, me refugio, Naquele tempo, estando Jesus à mesa com os discípulos, sentiu-Se intimamente perturbado e declarou: «Em verdade, em verdade vos digo que um de vós me há-de entregar!» A paz é um dom da ressurreição de Cristo. No limiar da morte, Ele não hesitou em dar essa paz ao discípulo que O entregou: beijou o traidor como se beija um amigo fiel. Não penseis que o beijo que o Senhor deu a Judas Iscariotes foi inspirado por qualquer sentimento que não fosse a ternura. Cristo já sabia que Judas O trairia. Sabia o que significava esse beijo, que era normalmente um sinal de amor, e não Se furtou a ele. A amizade é assim mesmo: não recusa um último beijo àquele que vai morrer; não retira essa última prova de ternura aos entes queridos. Mas Jesus esperava também que esse gesto sobressaltasse Judas e que, espantado pela sua bondade, ele não traísse Aquele que o amava, ele não entregasse Aquele que o beijava. Assim, esse beijo foi dado como um teste: se o reabilitasse, seria um laço de paz entre Jesus e o seu discípulo; mas, se Judas O traísse, esse beijo criminoso tornar-se-ia a sua própria acusação. |
domingo, 13 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Diz o Senhor: «Eis o meu servo, que Eu amparo, o meu eleito, que Eu preferi. Fiz repousar sobre ele o meu espírito, para que leve às nações a verdadeira justiça. O Senhor é minha luz e salvação: Seis dias antes da Páscoa, Jesus foi a Betânia, onde vivia Lázaro, que Ele tinha ressuscitado dos mortos. «Ao chegar, Jesus encontrou Lázaro sepultado havia quatro dias. […] Então Jesus começou a chorar» (Jo 11,17.35). Porque chorou Nosso Senhor diante do túmulo de Lázaro? […] Chorou por compaixão pelo luto dos outros […]; chorou ao ver a angústia do mundo […]. |
sábado, 12 de abril de 2014
Evangelho do Dia
«O Senhor Deus ensinou-me o que devo dizer, para saber dar palavras de alento aos desanimados. Cada manhã desperta os meus ouvidos, para que eu aprenda como os discípulos. Todos os que me vêem escarnecem de mim; Cristo Jesus, que é de condição divina, não considerou como uma usurpação ser igual a Deus; Naquele tempo, um dos Doze, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes Jesus entra em Jerusalém. A multidão dos discípulos acompanha-O em festa. […] A multidão aclama-O como Rei. E Ele não Se opõe, não a manda calar (cf Lc 19,39-40). Mas, que tipo de Rei seria Jesus? Vejamo-Lo: monta um jumentinho, não tem uma corte como séquito, nem está rodeado de um exército como símbolo de força. Quem O acolhe são pessoas humildes, simples, que têm a capacidade de ver em Jesus algo mais, que têm o sentido da fé que diz: «Este é o Salvador.» |
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Assim fala o Senhor Deus: «Eis que Eu tomarei os filhos de Israel de entre as nações, por onde se dispersaram; vou reuni-los de toda a parte e reconduzi-los ao seu país. Povos, escutai a palavra do Senhor! Naquele tempo, muitos dos judeus que tinham vindo a casa de Maria, ao verem o que Jesus fez, creram n'Ele. O nosso bom Senhor disse-me certa vez: «Todas as coisas vão acabar em bem»; e doutra vez disse-me: «Verás que tudo acabará em bem.» Com estas palavras, a minha alma percebeu […] que Ele quer que saibamos que Ele presta atenção, não somente às coisas nobres e grandes, mas também às que são humildes, pequenas, pouco elevadas, simples. É isto que Ele quer dizer quando declara: «Tudo, seja o que for, terminará em bem.» |
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Disse Jeremias: «Eu ouvia invectivas da multidão: "Cerco de terror! Denunciai-o! Vamos denunciá-lo!" Os que eram meus amigos espiam agora os meus passos: «Se o enganarmos, triunfaremos dele, e dele nos vingaremos.» Eu te amo, ó Senhor, minha força. Naquele tempo, os judeus voltaram a pegar em pedras para apedrejarem Jesus. «Por isso vos exorto, irmãos, pela misericórdia de Deus» (Rom 12,1). Paulo faz um pedido, ou melhor, Deus faz um pedido através de Paulo, porque prefere ser amado a ser temido. Deus faz um pedido porque prefere ser Pai que Senhor. […] Escuta o Senhor pedir [através de seu Filho]: «Estendia as mãos todos os dias.» Pois não é estendendo as mãos que normalmente se pede? «Estendia as mãos». A quem? «Ao povo». A que povo? A um povo que não era apenas descrente, mas «rebelde». «Estendia as mãos»: Ele abre os seus braços, dilata o seu coração, apresenta o peito, oferece o seio, faz de todo o seu corpo um refúgio, mostrando nesta súplica até que ponto é Pai. Escuta Deus a pedir noutra passagem: «Povo meu, que te fiz Eu, em que te contristei?» (Mq 6,3) Pois não diz Ele: «Se não reconheceis a minha divindade, reconhecereis a minha carne»? «Vede, vede em mim o vosso corpo, os vossos membros, as vossas entranhas, os vossos ossos, o vosso sangue! E se temeis o que é de Deus, porque não amais o que é vosso? Se fugis do Senhor, porque não correis para o Pai?» |
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Naqueles dias, Abrão prostrou-se com o rosto por terra e Deus disse-lhe: Recorrei ao Senhor e ao seu poder Naquele tempo, disse Jesus aos judeus: «Em verdade, em verdade vos digo: se alguém observar a minha palavra, nunca morrerá.» «Deus pôs Abraão à prova e disse: "Pega no teu filho, no teu único filho, a quem tanto amas, Isaac, e oferece-o em sacrifício num dos montes que Eu te indicar"» (Gn 22, 2). Deus ordena a Abraão que Lhe ofereça em holocausto no alto da montanha aquele filho no qual se depositam tão grandes e maravilhosas promessas! |
terça-feira, 8 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Naqueles dias, Nabucodonosor, rei da Babilónia, disse aos três jovens israelitas: «Chadrac, Mechac e Abed-Nego, é verdade que rejeitais o culto aos meus deuses e a adoração à estátua de ouro erigida por mim? Bendito sejas, Senhor, Deus de nossos pais: Naquele tempo, dizia Jesus aos judeus que n'Ele tinham acreditado: «Se permanecerdes fiéis à minha mensagem, sereis verdadeiramente meus discípulos, Acorda, minha alma, exprime as tuas obras, |
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Naqueles dias, os filhos de Israel partiram do monte Hor para o mar Vermelho, contornando a terra de Edom. Senhor, escuta a minha oração Naquele tempo, Jesus disse aos fariseus: «Eu vou-me embora: vós haveis de procurar-me, mas morrereis no vosso pecado. Vós não podereis ir para onde Eu vou.» Por causa do pecado, Tu, inocente, |
domingo, 6 de abril de 2014
Evangelho do Dia
Naqueles dias, havia um homem chamado Joaquim, que habitava na Babilónia. O Senhor é meu pastor: nada me faltará. Naquele tempo, Jesus foi para o Monte das Oliveiras. A alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Quantos se deixam salvar por Ele são libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. Com Jesus Cristo, renasce sem cessar a alegria. […] O grande risco do mundo actual, com sua múltipla e avassaladora oferta de consumo, é uma tristeza individualista que brota do coração comodista e mesquinho, da busca desordenada de prazeres superficiais, da consciência isolada. Quando a vida interior se fecha nos próprios interesses, deixa de haver espaço para os outros, já não entram os pobres, já não se ouve a voz de Deus […]. Este é um risco, certo e permanente, que correm também os crentes. […]. |
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- - Juventude Nova é um estilo de vida. Um novo jeito de ser. - Ser JN significa assumir e testemunhar uma vida nova, renovada por Jesus Cristo.