Naqueles dias, o comandante do templo e os guardas trouxeram os Apóstolos e fizeram-nos comparecer diante do Sinédrio. O sumo sacerdote interpelou-os, dizendo: «Aquele que vem do alto está acima de todos; quem é da terra, à terra pertence e da terra fala. Deus dá-nos as suas graças conforme as nossas necessidades. Deus é uma fonte à qual todos vão buscar água segundo as suas necessidades. Assim como uma pessoa que precisa de seis baldes traz seis; outra que precisa de três traz três; um pássaro que apenas precisa de um golo é isso que toma; ou um peregrino que sacia a sede com uma mão cheia de água, o mesmo se passa connosco em relação a Deus. |
quarta-feira, 11 de abril de 2018
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terça-feira, 10 de abril de 2018
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Naqueles dias, o sumo sacerdote e todo o seu grupo, isto é, o partido dos saduceus, enfurecidos contra os Apóstolos, Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: «Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho Unigénito, para que todo o homem que acredita n'Ele não pereça, mas tenha a vida eterna. Enquanto os anjos, assombrados, nada ousavam perguntar, ecoou a ordem divina: «Faça-se a Luz!» (Gn 1,3), e a luz rompeu as trevas. [...] Era domingo, o primeiro dos dias, o primogénito entre os seus irmãos, o dia portador de mistérios e símbolos. Deus criara dois gémeos que em nada se pareciam: a noite escura, e o dia claro. A noite era a irmã mais velha, mas o dia apanhou-a e ocupou o seu lugar. |
segunda-feira, 9 de abril de 2018
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A multidão dos que haviam abraçado a fé tinha um só coração e uma só alma; ninguém considerava seu o que lhe pertencia, mas tudo entre eles era comum. Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: «Não te admires por Eu te haver dito que todos devem nascer de novo. Quem és Tu, suave luz que me sacias |
domingo, 8 de abril de 2018
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Naqueles dias, o Senhor mandou ao rei Acaz a seguinte mensagem: Irmãos: É impossível que o sangue de touros e cabritos perdoe os pecados. Naquele tempo, o Anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré, [Em resposta às] aspirações do espírito humano em busca de Deus [...], a «plenitude do tempo» põe em relevo a resposta do próprio Deus. [...] O envio de seu Filho, consubstancial ao Pai, como homem «nascido de uma mulher» (Gal 4,4) constitui a etapa culminante e definitiva da revelação que Deus faz de Si mesmo à humanidade. [...] A mulher encontra-se no coração deste acontecimento salvífico. Na sua essência, a revelação que Deus faz de Si mesmo, a saber, a unidade insondável da Trindade, está contida na anunciação de Nazaré: «"Conceberás e darás à luz um Filho, a quem porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-Se-á Filho do Altíssimo." "Como será isto, se eu não conheço homem?" "O Espírito Santo virá sobre ti e a força do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Por isso o Santo que vai nascer será chamado Filho de Deus. [...] Porque a Deus nada é impossível."» |
sábado, 7 de abril de 2018
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A multidão dos que haviam abraçado a fé tinha um só coração e uma só alma; ninguém considerava seu o que lhe pertencia, mas tudo entre eles era comum. Caríssimos: Quem acredita que Jesus é o Messias, nasceu de Deus, e quem ama Aquele que gerou ama também Aquele que nasceu d'Ele. Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». «Este é o dia que o Senhor fez» (Sl 117,24). Lembrai-vos do estado em que se encontrava o mundo no princípio: «As trevas cobriam o abismo, e o Espírito de Deus movia-Se sobre a superfície das águas. Deus disse: "Faça-se a luz". E a luz foi feita. Deus viu que a luz era boa e separou a luz das trevas. Deus chamou dia à luz e às trevas noite» (Gn 1,2s) [...] «Este é o dia que o Senhor fez». É o dia de que fala o apóstolo Paulo: «Outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor» (Ef 5,8). [...] |
sexta-feira, 6 de abril de 2018
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Naqueles dias, os chefes do povo, os anciãos e os escribas, vendo a firmeza de Pedro e de João e verificando que eram homens iletrados e plebeus, ficaram surpreendidos. Reconheciam-nos como companheiros de Jesus, Jesus ressuscitou na manhã do primeiro dia da semana e apareceu em primeiro lugar a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demónios. «De uma vez por todas, digo aos meus santos: ide pelo mundo inteiro, pelas nações e pelos reinos, e fazei discípulos. Porque tudo Me foi entregue por Aquele que Me gerou (cf Mt 28,18-19), tanto o mundo superior como o inferior, dos quais Eu era o Senhor antes mesmo de ter tomado carne. Agora tomei posse do meu domínio sobre todo o universo e tenho em vós um conselho de ministros sagrados, Eu, que sou o único que conhece as profundezas dos corações. Ide a todas as nações. Tendo lançado à terra a semente do arrependimento, irrigai-a com os vossos ensinamentos.» |
quinta-feira, 5 de abril de 2018
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Naqueles dias, estavam Pedro e João a falar ao povo, depois da cura do cego de nascença, quando surgiram os sacerdotes, o comandante do templo e os saduceus, Naquele tempo, Jesus manifestou-Se outra vez aos seus discípulos, junto do mar de Tiberíades. Manifestou-Se deste modo: Só lentamente nos apercebemos desta grande e sublime verdade: Cristo continua, de alguma maneira, a caminhar no meio de nós, e faz-nos sinal para O seguirmos com a sua própria mão, o seu olhar, a sua voz. Nós não compreendemos que este chamamento de Cristo tem lugar todos os dias, hoje como outrora. Temos tendência para nos convencermos de que ele se verificava no tempo dos apóstolos, mas não cremos que, hoje, se nos aplique, não procuramos detetá-lo a nosso respeito. Deixámos de ter olhos para ver o Mestre – somos muito diferentes do apóstolo amado, que reconheceu Cristo mesmo quando os outros discípulos O não reconheceram. E, contudo, era Ele que estava na margem: foi depois da ressurreição, quando lhes ordenou que lançassem a rede ao mar; foi então que o discípulo que Jesus amava disse a Pedro: «É o Senhor.» |
quarta-feira, 4 de abril de 2018
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Naqueles dias, o coxo de nascença que tinha sido curado não largava Pedro e João e todo o povo, cheio de assombro, acorreu para junto deles, ao pórtico de Salomão. Naquele tempo, os discípulos de Emaús contaram o que tinha acontecido no caminho e como tinham reconhecido Jesus ao partir do pão. Os apóstolos e os discípulos de Nosso Senhor, quais filhos sem pai ou soldados sem capitão, tinham-se recolhido a uma casa a chorar. O Senhor apareceu-lhes para os consolar da sua aflição, dizendo-lhes: «A paz esteja convosco.» Como quem diz: «Porque chorais e vos afligis? Se é porque duvidais de que aquilo que vos prometi a propósito da minha ressurreição se realize, a paz esteja convosco, permanecei em paz, tende paz, porque Eu ressuscitei. Vede as minhas mãos, tocai as minhas feridas; sou Eu mesmo, não temais, a paz esteja convosco.» [...] |
terça-feira, 3 de abril de 2018
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Naqueles dias, Pedro e João subiam ao templo para a oração das três horas da tarde. Dois dos discípulos de Jesus iam a caminho duma povoação chamada Emaús, que ficava a duas léguas de Jerusalém. Os dias que decorreram entre a ressurreição do Senhor e a sua ascensão não foram desprovidos de acontecimentos: houve grandes mistérios que foram confirmados, grandes verdades que foram reveladas. Foi nessa altura que foi abolido o medo amargo da morte e que foi manifestada a imortalidade, não apenas da alma, mas também da carne. [...] |
segunda-feira, 2 de abril de 2018
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No dia de Pentecostes, disse Pedro aos judeus: «Saiba com absoluta certeza toda a casa de Israel que Deus fez Senhor e Messias esse Jesus que vós crucificastes». Naquele tempo, Maria Madalena estava a chorar junto do sepulcro. Enquanto chorava, debruçou-se para dentro do sepulcro Maria, em lágrimas, inclina-se e olha para dentro do túmulo, embora já tivesse constatado que estava vazio, e tivesse anunciado o desaparecimento do Senhor. Porque se inclina então? Porque quer ver de novo? Porque o amor não se contenta com um único olhar; o amor é uma conquista sempre mais ardente. Ela já O procurou, mas em vão; contudo, obstina-se e acaba por descobrir. [...] No Cântico dos Cânticos, a Igreja diz sobre o mesmo Esposo: «No meu leito, toda a noite, procurei aquele que o meu coração ama; procurei-o, mas não o encontrei. Vou levantar-me e percorrer a cidade; pelas ruas e pelas praças, procurarei aquele que o meu coração ama» (Cant 3,1-2). Duas vezes ela exprime a sua deceção: «Procurei-o, mas não o encontrei!» Mas o sucesso vem, por fim, coroar o esforço: «Os guardas encontraram-me, aqueles que fazem ronda pela cidade. Vistes aquele que o meu coração ama? Mal me apartei deles, encontrei aquele que o meu coração ama» (Cant 3,3-4). |
domingo, 1 de abril de 2018
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No dia de Pentecostes, Pedro, de pé, com os onze Apóstolos, ergueu a voz e falou ao povo: «Homens da Judeia e vós todos que habitais em Jerusalém, compreendei o que está a acontecer e ouvi as minhas palavras: Naquele tempo, Maria Madalena e a outra Maria, que tinham ido ao túmulo do Senhor, afastaram-se a toda a pressa, cheias de temor e de grande alegria, e correram a levar aos discípulos a notícia da Ressurreição. Muitas pessoas acreditam na ressurreição de Cristo mas poucas têm dela uma visão clara. Como poderão aqueles que não a testemunharam adorar a Cristo como santo e como Senhor? Com efeito, está escrito: «Ninguém pode dizer "Jesus é o Senhor" senão pelo Espírito Santo» (1Cor 12,3), e também: «Deus é Espírito e os que O adoram devem adorá-lo em espírito e verdade» (Jo 4,24). [...] Porque é então que o Espírito Santo nos incita a dizer hoje [na liturgia]: «Nós vimos a ressurreição de Cristo. Adoremos o Santo, o Senhor Jesus, o único que não tem pecado»? Porque nos convida a afirmá-lo, como se O tivéssemos visto? Cristo ressuscitou uma só vez, há mil anos, e mesmo nessa altura ninguém O viu ressuscitar. Quererá a Sagrada Escritura que mintamos? |
sábado, 31 de março de 2018
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Naqueles dias, Pedro tomou a palavra e disse: Irmãos: Se ressuscitastes com Cristo, aspirai às coisas do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus. No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi de manhãzinha, ainda escuro, ao sepulcro e viu a pedra retirada do sepulcro. Cristo ressuscitou dos mortos: levantai-vos também vós. [...] Dia de ressurreição, feliz início do mundo novo! Celebremos esta festa com alegria: demos uns aos outros o beijo da paz! Ontem, foi imolado o cordeiro [...], o Egito chorou os seus primogénitos [...], mas fomos protegidos por um sangue precioso. Hoje, fugimos definitivamente do Egito e do faró, seu tirano cruel. [...] Fomos libertados da servidão e já ninguém pode impedir-nos de celebrar, em honra do nosso Deus, a festa do nosso êxodo, de celebrar a nossa Páscoa na pureza e na verdade (cf Ex 5,2; 1Cor 5,8). [...] |
Santa Páscoa
Prezados assinantes
Toda a equipa de Evangelho Quotidiano vos deseja santas festas pascais!
Vimos Jesus ser aclamado no domingo de Ramos, depois sofrer durante a Semana Santa. Ele, que é o Caminho e a Verdade, o Amor encarnado, foi condenado de forma totalmente injusta por faltas que não tinha cometido, tratado como perigoso malfeitor. Ele sofreu até à morte com paciência e mansidão, apesar do desencadear de violência que o rodeava. Se seguirmos o seu exemplo, se aceitarmos com paciência e coragem sofrer com Jesus, ressuscitaremos com Ele.
Tal como o Cireneu estava a seu lado para o ajudar a levar a cruz, Jesus está sempre a nosso lado para nos apoiar nas provações. Simão representa toda a humanidade e, durante alguns metros na Via Dolorosa, Cristo e a humanidade sofreram juntos, ombro a ombro. Hoje ainda, todos os dias da nossa vida, e até ao fim do mundo, Cristo está connosco, ombro a ombro, para nos apoiar e nos conduzir no caminho da Bem-aventurança eterna. Tenhamos a audácia e a simplicidade de repousarmos n’Ele, nosso irmão, quando a cruz se tornar pesada. Ele nos devolverá a força de prosseguirmos o nosso caminho com alegria.
Que a Virgem Santa Maria nos faça participar plenamente nesta grande alegria da Páscoa que é um aperitivo do céu.
A equipa de Evangelho Quotidiano em língua portuguesa (um serviço evangelizo.org)
sexta-feira, 30 de março de 2018
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Naqueles dias, disse o Senhor a Moisés: «Porque estás a bradar por Mim? Diz aos filhos de Israel que se ponham em marcha. Irmãos: Todos nós que fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte. Depois de passar o sábado, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé compraram aromas para irem embalsamar Jesus. O mundo inteiro, celebrando a vigília pascal durante toda esta noite, testemunha a grandeza e a solenidade da mesma. E com razão: nesta noite a morte foi vencida, a Vida está viva, Cristo ressuscitou dos mortos. Outrora, Moisés dissera ao povo, a propósito desta Vida: «Sentireis a vossa vida suspensa e tremereis noite e dia» (Dt 28,66). [...] Que aqui se trata de Cristo Senhor, é Ele próprio que no-lo mostra no Evangelho, quando diz: «Eu sou o caminho, a verdade e a vida» (Jo 14,6). Ele diz-Se o caminho, porque conduz ao Pai; a verdade, porque condena a mentira; e a vida, porque comanda a morte [...]: «Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?» (1Cor 15,55) Porque a morte, que sempre fora vitoriosa, foi vencida pela morte daquele que a venceu. A Vida aceitou morrer para desconcertar a morte. Da mesma forma que, ao nascer do dia, as trevas desaparecem, assim foi a morte aniquilada, quando se ergueu a Vida eterna. [...] |
quinta-feira, 29 de março de 2018
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Vede como vai prosperar o meu servo: subirá, elevar-se-á, será exaltado. Irmãos: Tendo nós um sumo sacerdote que penetrou os Céus, Jesus, Filho de Deus, permaneçamos firmes na profissão da nossa fé. Naquele tempo, Jesus saiu com os seus discípulos para o outro lado da torrente do Cedron. Havia lá um jardim, onde Ele entrou com os seus discípulos. Bem-aventurado seja Aquele que, para me permitir ocultar-me «nas fendas dos rochedos» (Cant 2,14), deixou que Lhe perfurassem as mãos, os pés e o lado. Bem-aventurado Aquele que Se abriu por completo a mim, a fim de que eu pudesse penetrar no admirável santuário (Sl 41,5) e «abrigar-me na sua tenda» (Sl 26,5). Este rochedo é um refúgio […], doce lugar de repouso para as pombas, e os orifícios escancarados das chagas que tem por todo o corpo oferecem o perdão aos pecadores e concedem a graça aos justos. É morada segura, irmãos, «torre sólida contra o inimigo» (Sl 60,4), habitar por meio da meditação amante e constante as chagas de Cristo Nosso Senhor, procurar na fé e no amor pelo Crucificado abrigo seguro para a nossa alma, abrigo contra a veemência da carne, as trevas deste mundo, os assaltos do demónio. A proteção deste santuário sobrepõe-se a todas as vantagens deste mundo. […] |
quarta-feira, 28 de março de 2018
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Naqueles dias, o Senhor disse a Moisés e a Aarão na terra do Egipto: Irmãos: Eu recebi do Senhor o que também vos transmiti: o Senhor Jesus, na noite em que ia ser entregue, tomou o pão Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo para o Pai, Ele, que amara os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim. Uma das memórias de Cristo mais dignas de serem recordadas é, evidentemente, esta última refeição, a santíssima ceia, onde o cordeiro pascal foi dado a comer, mas onde o Cordeiro Imaculado, que tira os pecados do mundo, foi também oferecido em alimento sob a espécie de um pão «capaz de todos os sabores e adaptado a todos os gostos» (Sab 16, 20). |
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- - Juventude Nova é um estilo de vida. Um novo jeito de ser. - Ser JN significa assumir e testemunhar uma vida nova, renovada por Jesus Cristo.