Naqueles dias, Ezequias, rei de Judá, adoeceu de uma enfermidade mortal. O profeta Isaías, filho de Amós, veio visitá-lo e disse-lhe: «Eis o que diz o Senhor: Faz o testamento, porque vais morrer muito brevemente.» «Eu pensei: 'A meio dos meus dias vou ter de descer às portas do Abismo, Naquele tempo, Jesus passou através das searas em dia de sábado e os discípulos, sentindo fome, começaram a apanhar e a comer espigas. Não vemos que as palavras do Génesis: «Deus repousou, no sétimo dia, do trabalho por Ele realizado» (Gn 2,2) se tenham realizado neste sétimo dia da Criação, nem que se realizem hoje. Vemos Deus sempre a trabalhar. Não há sábado em que Deus pare de trabalhar, não há dia em que Ele deixe de «fazer com que o sol se levante sobre os bons e os maus e fazer cair a chuva sobre os justos e os pecadores» (Mt 5,45), em que deixe de «fazer crescer as ervas nas montanhas e as plantas para o alimento dos homens» (Sl 146,8) […], em que deixe de «dar a morte e a vida» (1Sam 2,6). |
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Evangelho do Dia
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Evangelho do Dia
O caminho do justo é recto; é o Senhor quem prepara o caminho do justo. Tu, porém, Senhor, permaneces para sempre Naquele tempo, Jesus exclamou: «Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Tirai água da fonte viva do Senhor (cf Jo 4,10; 7,37), |
terça-feira, 15 de julho de 2014
Evangelho do Dia
Assim fala o Senhor: «Ai da Assíria, vara da minha cólera, o bastão das suas mãos é o bastão do meu furor! Esmagam o teu povo, Senhor, Naquele tempo, Jesus exclamou: «Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do Céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos. Eis o que nos ensina o Senhor: ninguém pode conhecer a Deus a não ser que Deus Se lhe revele; dito de outra forma, não podemos conhecer a Deus sem a ajuda de Deus. Mas o Pai quer que O conheçamos. […] O Filho, servindo o Pai, conduz todas as coisas à sua perfeição desde o princípio até ao fim, e sem Ele ninguém pode conhecer a Deus. Porque o conhecimento do Pai é o Filho. […] Por isso é que o Senhor diz: «Ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.» A palavra «revelar» não designa somente o futuro, como se o Verbo não tivesse começado a revelar o Pai senão depois do seu nascimento de Maria; esta palavra tem um alcance genérico e aplica-se à totalidade do tempo. Desde o princípio que o Filho, estando presente na criação para a qual serviu de modelo, revela o Pai a todos aqueles que o Pai quer (cf Rom 1,20), quando Ele quer e como Ele quer. Em todas as coisas e através de todas as coisas há um só Deus Pai, um só Verbo, um só Espírito e uma só salvação para todos aqueles que nele crêem. […] |
Evangelho do Dia
No tempo em que Acaz, filho de Jotão e neto de Uzias reinava em Judá, aconteceu que Recin, rei de Damasco e Pecá, filho de Remalias, rei de Israel, marcharam contra Jerusalém para a combater, mas não puderam apoderar-se dela. Grande é o Senhor e digno de louvor, Naqueles tempo, começou Jesus a censurar duramente as cidades em que se tinha realizado a maior parte dos seus milagres, por não se terem arrependido: Que tortuosos caminhos temos de percorrer para alcançar a simplicidade! […] Muitas vezes, se não praticamos esta virtude, é devido ao nosso modo de ser complicado, que rejeita a simplicidade. Muitas vezes, não conseguimos entender a grandiosidade que se esconde num acto de simplicidade. Procuramos o que é grandioso no que é complicado; buscamos a magnificência das coisas na sua dificuldade […] |
domingo, 13 de julho de 2014
Evangelho do Dia
Ouvi a palavra do Senhor, ó príncipes de Sodoma; escutai a lição do nosso Deus, povo de Gomorra: Não é pelos sacífícios que Eu te repreendo: Naquele tempo, disse Jesus aos seus apóstolos: «Não penseis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer a paz, mas a espada. Jesus veio «reconciliar todas as coisas, pacificando com o sangue da sua cruz tanto as que estão na Terra como as que estão no céu» (Col 1,20). Se isto é verdade, como compreenderemos nós o que o próprio Salvador diz no Evangelho: «Não penseis que vim trazer a paz à Terra»? […] Acaso poderia a paz não trazer a paz? |
sábado, 12 de julho de 2014
Evangelho do Dia
Assim fala o Senhor: «Assim como a chuva e a neve descem do céu não voltam para lá, sem terem regado a terra, sem a terem fecundado e feito produzir, para que dê semente ao semeador e pão para comer, Cuidaste da terra e tornaste-a fértil, Irmãos: Estou convencido de que os sofrimentos do tempo presente não têm comparação com a glória que há-de revelar-se em nós. Naquele dia, Jesus saiu de casa e foi sentar-se à beira-mar. Toda a evangelização está fundada sobre esta Palavra escutada, meditada, vivida, celebrada e testemunhada. A Sagrada Escritura é fonte da evangelização. Por isso, é preciso formar-se continuamente na escuta da Palavra. A Igreja não evangeliza, se não se deixa continuamente evangelizar. É indispensável que a Palavra de Deus «se torne cada vez mais o coração de toda a atividade eclesial» [Bento XVI]. A Palavra de Deus ouvida e celebrada, sobretudo na Eucaristia, alimenta e reforça interiormente os cristãos e torna-os capazes de um autêntico testemunho evangélico na vida diária. Superámos já a velha contraposição entre Palavra e Sacramento: a Palavra proclamada, viva e eficaz, prepara a recepção do Sacramento e, no Sacramento, essa Palavra alcança a sua máxima eficácia. |
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Evangelho do Dia
No ano em que morreu o rei Ozias, rei de Judá, vi o Senhor sentado num trono alto e sublime; as franjas do seu manto enchiam o templo. O Senhor é rei, Naquele tempo, Jesus disse aos seus apóstolos: «O discípulo não é superior ao mestre, nem o servo é superior ao seu senhor. Ao chegar perto dum grande bando de pássaros, o beato Francisco constatou que estes o esperavam; saudou-os como habitualmente, maravilhou-se ao ver que não levantavam voo como seria normal e disse-lhes que deviam escutar a Palavra de Deus, pedindo-lhes humildemente que prestassem atenção. |
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Evangelho do Dia
Meu filho, se receberes as minhas palavras e guardares cuidadosamente os meus mandamentos, A toda a hora bendirei o Senhor, Naquele tempo, Pedro disse a Jesus: «Nós deixámos tudo e seguimos-te. Qual será a nossa recompensa?» Com efeito, enquanto nessa escura e convulsionada época da história o cultivo da terra, o amor do trabalho e da arte, o estudo das ciências e das letras, tanto religiosas como profanas, eram lançados, por uma espécie de desdém geral e sintomático, ao abandono, dos mosteiros beneditinos sai uma plêiade luminosa de agricultores, de artistas, de sábios, que nos salvaram incólumes os monumentos da velha literatura, conciliaram os velhos e os novos povos, em guerras constantes, reduzindo-os da barbárie renascente, das correrias, do saque, à moderação da moral humana e cristã, à abnegação do trabalho, à luz da verdade; reconstituíram, enfim, uma civilização enformada nos princípios do Evangelho. |
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Evangelho do Dia
Eis o que diz o Senhor: «Quando Israel era ainda menino, Eu amei-o, e chamei do Egipto o meu filho. Escutai, pastor de Israel, Naquele tempo, disse Jesus aos seus Apóstolos: «Ide e proclamai que está próximo o reino dos Céus . A entrada na Ordem [de S. Francisco] de mais um homem de bem elevou para sete o número dos filhos do servo de Deus. Então, esse bom pai reuniu-os a todos e falou-lhes longamente do Reino de Deus, do desprezo do mundo, da renúncia à própria vontade e da mortificação dos sentidos, e anunciou-lhes o seu projecto de os enviar aos quatro cantos do mundo. […] |
terça-feira, 8 de julho de 2014
Evangelho do Dia
Israel era uma vinha frondosa, que dava muitos frutos. Quanto mais abundavam os seus frutos, tanto mais multiplicou os seus altares. Quanto mais prosperou a sua terra, mais ricas estelas construiu. Cantai-lhe hinos e salmos, Naquele tempo, Jesus chamou a Si os seus doze discípulos e deu-lhes poder de expulsar os espíritos impuros e de curar todas as doenças e enfermidades. Devemos ter a coragem da fé, sem nos deixarmos conduzir pela mentalidade que nos diz: «Deus não é útil, não é importante para ti», e assim por diante. É precisamente o contrário: […] Deus é a nossa força! Deus é a nossa esperança! Caros irmãos e irmãs, nós somos os primeiros que devemos ter bem firme em nós esta esperança e dela devemos ser um sinal visível, claro e luminoso para todos. […] |
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Evangelho do Dia
Eis o que diz o Senhor:«Os filhos de Israel elegeram reis sem minha aprovação, estabeleceram chefes sem o meu conhecimento. Da sua prata e do seu ouro fizeram ídolos para sua própria perdição. O nosso Deus está no céu, Naquele tempo, apresentaram a Jesus um mudo, possesso do demónio. A presença dos cristãos nos agrupamentos humanos seja animada daquela caridade com que Deus nos amou, e com a qual quer que também nós nos amemos uns aos outros (1Jo 4,11). Efectivamente, a caridade cristã a todos se estende sem discriminação de raça, condição social ou religião; não espera qualquer lucro ou agradecimento. Portanto, assim como Deus nos amou com um amor gratuito, assim também os fiéis, pela sua caridade, sejam solícitos pelos homens, amando-os com o mesmo zelo com que Deus veio procurá-los. E assim como Cristo percorria todas as cidades e aldeias, curando todas as doenças e todas as enfermidades, proclamando o advento do reino de Deus, do mesmo modo a Igreja, por meio dos seus filhos, estabelece relações com os homens de qualquer condição, de modo especial com os pobres e aflitos […]. Participa nas suas alegrias e dores, conhece as suas aspirações e os problemas da sua vida e sofre com eles nas ansiedades da morte, trazendo-lhes a paz e a luz do Evangelho. |
domingo, 6 de julho de 2014
Evangelho do Dia
Eis o que diz o Senhor.«É assim que a vou seduzir: ao deserto a conduzirei, para lhe falar ao coração. Quero bendizer-Vos, dia após dia, Naquele tempo, estava Jesus a falar aos seus discípulos, quando um chefe se aproximou e se prostrou diante d'Ele e disse: « A minha filha acaba de falecer. Mas vem impor a mão sobre ela e viverá.» «Porque vai chegar a hora em que todos os que estão nos túmulos ouvirão a sua voz» (Jo 5,28). […] No Evangelho, vemos três mortos ressuscitados por Nosso Senhor, porque as acções do Senhor não são apenas factos mas também sinais. […] Ficamos surpreendidos com a narração da ressurreição de Lázaro (Jo 11); mas, se fixarmos a nossa atenção noutras obras de Cristo, bem mais admiráveis, veremos que todos os homens que acreditam ressuscitam. E, se quisermos reflectir seriamente, compreenderemos que há mortes muito mais terríveis e que qualquer homem que pecar morre. |
sábado, 5 de julho de 2014
Evangelho do Dia
Eis o que diz o Senhor: «Exulta de alegria, filha de Sião, solta brados de júbilo, filha de Jerusalém. Eis o teu rei, justo e salvador, que vem ao teu encontro, humildemente montado num jumentinho, filho de uma jumenta. Exaltarei a tua grandeza, ó meu rei e meu Deus; Irmãos: Vós não estais sob o domínio da carne, mas do Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas se alguém não tem o Espírito de Cristo não Lhe pertence. Naquele tempo, Jesus exclamou: «Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do Céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos. O facto de que Deus, que é todo-poderoso, ter sido capaz de Se abaixar até à humildade da condição humana é uma prova maior do seu poder do que o aparato e o carácter sobrenatural dos milagres. Na verdade, quando o poder divino realiza uma acção de grandeza sublime, isso é, de alguma forma, consistente e adequado à natureza de Deus. […] Em contrapartida, que Deus tenha descido até à nosso baixeza é, de alguma forma, a expressão de um poder superabundante, que não é de modo algum limitado pelo que é contrário à sua natureza. […] |
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sexta-feira, 4 de julho de 2014
Evangelho do Dia
Eis o que diz o Senhor."Naquele dia, levantarei a cabana arruinada de David, repararei as suas brechas, restaurarei as suas ruínas, e hei-de reconstruí-la como nos dias antigos, Escutemos os que diz o Senhor: Naquele tempo, os discípulos de João Baptista foram ter com Jesus e perguntaram-Lhe: «Porque é que nós e os fariseus jejuamos e os teus discípulos não jejuam?» «Ela [Rebeca] desceu à fonte e encheu o cântaro», diz-nos a Escritura (Gn 24,16). Todos os dias Rebeca vinha à fonte e tirava água. E, como todos os dias passava algum tempo junto do poço, o servo de Abraão pôde encontrá-la e dá-la em casamento a Isaac. Talvez penses que se trata de um conto ou de uma bela história posta na Escritura pelo Espírito Santo; mas não, trata-se verdadeiramente de um ensinamento espiritual, de uma instrução que se dirige à tua alma para a ensinar a vir todos os dias à fonte das Escrituras, às águas do Espírito Santo, tirar água sem se cansar para levar o seu cântaro bem cheio. Era assim que Santa Rebeca fazia; de outro modo não se teria casado com o grande patriarca Isaac. […] |
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Evangelho do Dia
Ouvi isto, vós que esmagais o pobre e fazeis perecer os desvalidos da terra, Felizes os que cumprem os seus preceitos Naquele tempo, Jesus ia a passar, quando viu um homem chamado Mateus, sentado no posto de cobrança, e disse-lhe: «Segue-me!» E ele levantou se e seguiu Jesus. Ó Deus, único na Santíssima Trindade, quero amar-Vos como nenhuma alma Vos adorou. E, embora seja por demais miserável e pequenina, lancei bem fundo a âncora da minha confiança no abismo da Vossa misericórdia, ó meu Deus e Criador! Apesar da minha extrema miséria, nada receio, mas tenho esperança de Vos cantar eternamente o hino de louvor de glória. |
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Evangelho do Dia
Irmãos: Já não sois estrangeiros nem imigrantes, mas sois concidadãos dos santos e membros da casa de Deus, Louvai o Senhor, todas as nações! Naquele tempo, Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando Jesus veio. Na sua fraqueza, os discípulos vacilaram a tal ponto que, não se contentando em ver o Senhor ressuscitado, quiseram ainda tocar-Lhe para nele crerem. Não lhes bastou ver com os seus próprios olhos, fizeram questão de aproximar as mãos das suas e de tocar as cicatrizes das suas feridas recentes. Foi depois de sentir e de confirmar essas cicatrizes que o discípulo incrédulo exclamou: «Meu Senhor e meu Deus!» Eram as cicatrizes daquele que curava todas as feridas dos outros: não poderia o Senhor ter ressuscitado sem elas? Mas quis mantê-las no seu corpo para com elas curar as feridas que via no coração dos seus discípulos. |
terça-feira, 1 de julho de 2014
Evangelho do Dia
Buscai o bem e não o mal, para que vivais. Assim, o Senhor, Deus do universo, estará convosco, como vós dizeis. Naquele tempo, quando Jesus chegou à região dos gadarenos, na outra margem do lago, vieram ao seu encontro dois possessos, que habitavam nos sepulcros. Eram tão ferozes que ninguém podia passar por aquele caminho. Estabelecido por Deus num estado de santidade, o homem, seduzido pelo maligno, logo no começo da sua história abusou da própria liberdade, levantando-se contra Deus e desejando alcançar o seu fim fora dele. Tendo conhecido a Deus, não Lhe prestou a glória a Ele devida, mas o seu coração insensato obscureceu-se e ele serviu a criatura, preferindo-a ao Criador (Rom 1,21ss). E isto que a revelação divina nos dá a conhecer concorda com os dados da experiência. Quando o homem olha para dentro do próprio coração, descobre-se também inclinado para o mal, e imerso em muitos males, que não podem provir do seu Criador, que é bom. Muitas vezes, recusando reconhecer Deus como seu princípio, perturbou também a devida orientação para o fim último, e simultaneamente toda a sua ordenação, quer para si mesmo, quer para os demais homens e para toda a criação. |
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