Depois de ter passado algum tempo em Antioquia, Paulo partiu de novo e percorreu sucessivamente a Galácia e a Frígia, fortalecendo todos os discípulos na fé. Povos todos, batei palmas, Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Em verdade, em verdade vos digo: Tudo o que pedirdes ao Pai em meu nome, Ele vo-lo dará. Quando falo da súplica, parece-me perceber no vosso coração certas reflexões humanas que tenho ouvido muitas vezes, até no meu próprio coração. Não cessando nós nunca de suplicar, como é que parece que tão raramente experimentamos o fruto das nossas súplicas? Temos a impressão de sair da oração de súplica como entrámos: ninguém nos responde uma única palavra, ninguém nos dá nada e temos a impressão de ter pedido em vão. Mas o que diz o Senhor no evangelho? «Não julgueis pelas aparências, julgai segundo a justiça» (Jo 7,24). E o que é um julgamento justo, senão um julgamento de fé? Porque «o justo vive pela fé» (Gal 3,11). Julgai pois preferencialmente pela fé, em vez de o fazerdes pela experiência, porque a fé não engana, enquanto a experiência pode induzir em erro. |
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Evangelho do Dia 7 de fevereiro 2015
quinta-feira, 14 de maio de 2015
Evangelho do Dia 7 de fevereiro 2015
Quando Paulo estava em Corinto, certa noite o Senhor disse-lhe numa visão: «Não temas, continua a falar, Povos todos, batei palmas, Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Em verdade, em verdade vos digo: Chorareis e lamentar-vos-eis, enquanto o mundo se alegrará. Estareis tristes, mas a vossa tristeza converter-se-á em alegria. Eis chegado o reino da vida e derrubado o poder da morte. Surgiu outro nascimento, qual vida nova, qual nova maneira de ser, qual transformação da nossa própria natureza. Esse nascimento não é obra «nem da vontade do homem, nem da vontade da carne, mas de Deus» (Jo 1,13). |
quarta-feira, 13 de maio de 2015
Evangelho do Dia 7 de fevereiro 2015
Naqueles dias, estavam reunidas cerca de cento e vinte pessoas. Pedro levantou-se no meio dos irmãos e disse: Louvai, servos do Senhor, Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Assim como o Pai Me amou, também Eu vos amei. Permanecei no meu amor. Entre os seus discípulos, Cristo escolheu alguns aos quais Se ligou mais intensamente, para os enviar a pregar a todos os povos. E, quando um deles se separou dos restantes, ordenou aos outros onze, antes do seu regresso ao Pai depois da ressurreição, que fossem ensinar as nações e as baptizassem em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Mt 28,19). |
terça-feira, 12 de maio de 2015
Evangelho do Dia 7 de fevereiro 2015
Eu, João, vi, então, um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra tinham desaparecido e o mar já não existia. «Bendita sejas tu, filha, pelo Deus altíssimo, Naquele tempo, enquanto Jesus estava a falar à multidão, apareceram sua mãe e seus irmãos, que, do lado de fora, procuravam falar-lhe. Querer somente o que Deus quer é lógico para quem está verdadeiramente apaixonado por Ele. Fora dos seus desejos, nós nada desejamos, e se desejássemos, era apenas o que é conforme à sua vontade; se assim não fosse, a nossa vontade não estaria unida à sua. Mas, se estivermos verdadeiramente unidos, por amor, à sua vontade, não desejaremos nada que Ele não deseje, não amaremos nada que Ele não ame e, abandonados à sua vontade, ser-nos-á indiferente o que Ele nos envie ou onde nos coloque. Tudo o que Ele quiser de nós ser-nos-á, não apenas indiferente mas, mais do que isso, agradável. |
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Evangelho do Dia 7 de fevereiro 2015
Naqueles dias, a multidão dos habitantes de Filipos amotinou-se contra Paulo e Silas e os magistrados mandaram que lhes arrancassem as vestes e os açoitassem. De todo o coração, Senhor, eu Vos dou graças, Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Agora vou para Aquele que Me enviou e nenhum de vós Me pergunta: 'Para onde vais?'. O Espírito Santo é o sustento que nos reconforta no caminho para a pátria, é o vinho que nos alegra na tribulação, é o óleo que adoça as amarguras da vida. Faltava este triplo socorro aos apóstolos, que tinham a missão de ir pregar no mundo inteiro. Foi por isso que Jesus lhes enviou o Espírito Santo. E ficaram cheios dele – cheios, para que os espíritos impuros não pudessem ter qualquer acesso a eles: quando um copo está bem cheio, não se pode por mais nada dentro dele. |
domingo, 10 de maio de 2015
Evangelho do Dia 7 de fevereiro 2015
Naqueles dias, deixámos Tróade e navegámos diretamente para Samotrácia. No dia seguinte, fomos para Neápoles Cantai ao Senhor um cântico novo, Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Quando vier o Paráclito, que Eu vos enviarei de junto do Pai, o Espírito da verdade, que procede do Pai, Ele dará testemunho de Mim. A missão conjunta do Filho e do Espírito |
sábado, 9 de maio de 2015
Evangelho do Dia 7 de fevereiro 2015
Naqueles dias, Pedro chegou a casa de Cornélio. Este veio-lhe ao encontro e prostrou-se a seus pés. Cantai ao Senhor um cântico novo Caríssimos: Amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus, e todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece a Deus. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Assim como o Pai Me amou, também Eu vos amei. Permanecei no meu amor. O Senhor Jesus afirma que dá aos seus discípulos um mandamento novo, o mandamento do amor mútuo. [...] Mas este mandamento não existiria já na lei antiga, uma vez que está escrito: «Amarás o teu próximo como a ti mesmo» (Lv 19,18)? Porque é que o Senhor chama novo a um mandamento que é claramente tão antigo? Será um mandamento novo porque, despojando-nos do homem velho, Ele nos reveste do homem novo (Ef 4,24)? É certo que o homem que escuta este mandamento, ou melhor, que lhe obedece não foi renovado por um amor qualquer, mas por aquele que o Senhor cuidadosamente distingue do amor natural, ao precisar: «como eu vos amei». [...] Cristo deu-nos pois o mandamento novo de nos amarmos uns aos outros como Ele nos amou; é esse amor que nos renova, que faz de nós homens novos, herdeiros da nova aliança, capazes de entoar o «cântico novo» (Sl 95,1). |
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Evangelho do Dia 7 de fevereiro 2015
Naqueles dias, Paulo chegou a Derbe e depois a Listra. Havia lá um discípulo chamado Timóteo, filho de uma judia crente e de pai grego. Aclamai o Senhor, terra inteira, Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Se o mundo vos odeia, sabei que primeiro Me odiou a Mim. Se, ao passarmos da descrença à fé, «passámos da morte à vida» (Jo 5,24), não nos espantemos se o mundo nos odeia. Porque os que não passaram da morte à vida, mas permanecem na morte, não podem amar os que passaram da morada tenebrosa da morte [...] para «os edifícios feitos de pedras vivas» (1Ped 2,5) em que reina a luz da vida. [...] |
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Evangelho do Dia 7 de fevereiro 2015
Naqueles dias, os Apóstolos e os anciãos, de acordo com toda a Igreja de Jerusalém, resolveram escolher alguns irmãos, para os mandarem a Antioquia com Barnabé e Paulo: eram Judas, chamado Barsabás, e Silas, homens de autoridade entre os irmãos. Firme está meu coração, ó Deus; meu coração está firme: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «É este o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei. A grandeza da humanidade determina-se essencialmente na relação com o sofrimento e com quem sofre. Isto vale tanto para o indivíduo como para a sociedade. Uma sociedade que não consegue aceitar os que sofrem e não é capaz de contribuir, mediante a compaixão, para fazer com que o sofrimento seja compartilhado e assumido, mesmo interiormente é uma sociedade cruel e desumana. [...] A palavra latina «consolatio», consolação, exprime isto de forma muito bela, sugerindo um estar-com a solidão, que desse modo deixa de ser solidão. Mas a capacidade de aceitar o sofrimento por amor do bem, da verdade e da justiça é também constitutiva da grandeza da humanidade, porque se, em definitivo, o meu bem-estar, a minha incolumidade, é mais importante que a verdade e a justiça, então vigora o domínio do mais forte; então reinam a violência e a mentira. [...] |
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Evangelho do Dia 7 de fevereiro 2015
Naqueles dias, depois de longa discussão, Pedro levantou-se e disse aos Apóstolos e aos anciãos: «Irmãos, vós sabeis que, desde os primeiros dias, Deus me escolheu do meio de vós, para que os gentios ouvissem da minha boca a palavra do Evangelho e abraçassem a fé. Cantai ao Senhor um cântico novo, Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Assim como o Pai Me amou, também Eu vos amei. Permanecei no meu amor. A alegria é oração. A alegria é força. A alegria é amor. A alegria é como uma rede de amor que prende as almas. «Deus ama o que dá com alegria» (2Cor, 9,7). Quem dá com alegria dá mais. Não há melhor maneira de manifestarmos a nossa gratidão a Deus e aos homens do que tudo aceitando com alegria. Um coração ardente de amor é necessariamente um coração alegre. Não permitais nunca que a tristeza vos invada, a ponto de vos fazer esquecer a alegria de Cristo ressuscitado. |
terça-feira, 5 de maio de 2015
Evangelho do Dia 7 de fevereiro 2015
Naqueles dias, alguns homens que desceram da Judeia começaram a ensinar aos irmãos de Antioquia: «Se não receberdes a circuncisão, segundo a lei de Moisés, não podereis salvar-vos». Alegrei-me quando me disseram: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Eu sou a verdadeira vide e meu Pai é o agricultor. O vinhateiro tem de cortar da sua vinha os rebentos maus. Se não o fizesse e se os deixasse no ramo bom, a vinha daria um vinho azedo e de má qualidade. Assim deve fazer o homem nobre: podar-se a si próprio de tudo o que está desordenado, cortar pela raiz os seus modos de ser e as suas inclinações, quer seja a alegria ou a dor, quer dizer, cortar os defeitos, sem afectar a cabeça, nem o braço, nem a perna. |
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Evangelho do Dia 7 de fevereiro 2015
Naqueles dias, chegaram uns judeus de Antioquia e de Icónio, que aliciaram a multidão, apedrejaram Paulo e arrastaram-no para fora da cidade, dando-o por morto. Graças Vos dêem, Senhor, todas as criaturas Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz. Não vo-la dou como a dá o mundo. Não se perturbe nem intimide o vosso coração. A oração pela paz não é um elemento que «vem depois» do empenho pela paz. Pelo contrário, está no âmago do esforço para a edificação de uma paz na ordem, na justiça e na liberdade. Orar pela paz significa abrir o coração humano à irrupção da força renovadora de Deus. Com a força vivificadora da sua graça, Ele pode criar oportunidades para a paz mesmo onde pareça que existam somente obstáculos e retraimento […]. Rezar pela paz significa rezar pela justiça […]. |
domingo, 3 de maio de 2015
Evangelho do Dia 7 de fevereiro 2015
Naqueles dias, surgiu em Icónio um movimento, da parte dos pagãos e dos judeus, com os seus chefes, para maltratar e apedrejar Barnabé e Paulo. Não a nós, Senhor, não a nós, Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Se alguém aceita os meus mandamentos e os cumpre, esse realmente Me ama. E quem Me ama será amado por meu Pai e Eu amá-lo-ei e manifestar-Me-ei a ele». A razão principal por que na Lei Antiga eram lícitas as perguntas que se faziam a Deus, e era justo que os profetas e os sacerdotes quisessem revelações e visões de Deus, era porque ainda não estava bem fundamentada a fé nem estabelecida a Lei evangélica. […] Mas agora, […] não há razão para O interpelar daquela maneira, nem para que Ele agora fale e responda como então. Porque ao dar-nos, como nos deu, o seu Filho, que é a sua Palavra (Jo 1,1) – e não tem outra –, Deus disse-nos tudo ao mesmo tempo, e nada mais tem a revelar. |
sábado, 2 de maio de 2015
Evangelho do Dia 7 de fevereiro 2015
Naqueles dias, Saulo chegou a Jerusalém e procurava juntar-se aos discípulos. Mas todos o temiam, por não acreditarem que fosse discípulo. Cumprirei a minha promessa Meus filhos, não amemos com palavras e com a língua, mas com obras e em verdade. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Eu sou a verdadeira vide e meu Pai é o agricultor. Tenho de advertir cada um de vós a respeito da sua vinha; com efeito, quem de vós cortou já em si mesmo tudo o que é supérfluo, a ponto de poder pensar que nada mais tem de cortar? Crede no que vos digo: aquilo que é cortado renasce, os vícios combatidos regressam, e vemos despertar as tendências adormecidas. Não basta, pois, aparar a vinha uma vez, temos de voltar muitas vezes à mesma tarefa, se possível a toda a hora. Porque, se formos sinceros, encontramos constantemente em nós coisas a cortar. […] A virtude não consegue crescer entre os vícios; para que ela possa desenvolver-se, temos de os impedir de aumentar. Suprimi, pois, o supérfluo, e o necessário poderá então surgir. |
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Evangelho do Dia 7 de fevereiro 2015
No segundo sábado em que Paulo e Barnabé estiveram em Antioquia da Pisídia, reuniu-se quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus. Cantai ao Senhor um cântico novo Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Se Me conhecêsseis, conheceríeis também o meu Pai. Mas desde agora já O conheceis e já O vistes». Aquele que disse: «Eu estou no Pai e o Pai está em Mim» afirma igualmente: «Eu saí de Deus e venho dele» (Jo 8,42). […] O Verbo fez-Se carne e habitou entre nós (Jo 1,14). Ele habita com toda a certeza no nosso coração pela fé; habita na nossa memória, habita no nosso pensamento, desce até à nossa própria imaginação. Outrora, de facto, que ideia poderia o homem ter de Deus, senão talvez a de um ídolo fabricado pelo seu coração? Deus era incompreensível e inacessível, invisível e perfeitamente incapaz de ser apreendido pelo pensamento. Mas agora, Ele quis que pudéssemos compreendê-Lo, quis que pudéssemos vê-Lo, quis que pudéssemos apreendê-Lo pelo pensamento. |
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Evangelho do Dia 7 de fevereiro 2015
Naqueles dias, disse Paulo na sinagoga de Antioquia da Pisídia: «Irmãos, descendentes de Abraão e todos vós que temeis a Deus, a nós foi dirigida esta palavra da salvação. «Fui Eu quem ungiu o meu Rei Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Não se perturbe o vosso coração. Se acreditais em Deus, acreditai também em Mim. Avancemos com determinação para Jesus, nosso Redentor; unamo-nos à assembleia dos santos, a reunião dos justos, porque iremos juntar-nos aos que são nossos irmãos, aos que nos instruíram na fé. […] O Senhor será a luz de todos, e essa «luz verdadeira que, ao vir ao mundo, a todo o homem ilumina» (Jo 1,9) brilhará para todos. Iremos aonde o Senhor Jesus preparou moradas para os seus servos, para que onde Ele estiver nós estejamos também, pois essa é a sua vontade […] e Ele diz-nos o que quer: «Virei novamente e hei-de levar-vos para junto de mim, a fim de que, onde Eu estou, vós estejais também» (Jo 14,2-3). […] |
quarta-feira, 29 de abril de 2015
Evangelho do Dia 7 de fevereiro 2015
Naqueles dias, Paulo e os seus companheiros largaram de Pafos e dirigiram-se a Perga da Panfília. Mas João Marcos separou-se deles para voltar a Jerusalém. Cantarei eternamente as misericórdias do Senhor Naquele tempo, quando Jesus acabou de lavar os pés aos seus discípulos, disse-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo: O servo não é maior do que o seu senhor, nem o enviado é maior do que aquele que o enviou. Mas, assim como Cristo realizou a obra da redenção na pobreza e na perseguição, assim a Igreja é chamada a seguir pelo mesmo caminho para comunicar aos homens os frutos da salvação. Cristo Jesus «que era de condição divina, despojou-se de Si próprio tomando a condição de escravo (Fil 2,6-7) e por nós, «sendo rico, fez-Se pobre» (2Cor 8,9); assim também a Igreja, embora necessite de meios humanos para o prosseguimento da sua missão, não foi constituída para alcançar a glória terrestre, mas para divulgar a humildade e abnegação, também com o seu exemplo. Cristo foi enviado pelo Pai «a evangelizar os pobres [...], a sarar os contritos de coração» (Lc 4,18), «a procurar e salvar o que perecera» (Lc 19,10). De igual modo, a Igreja abraça com amor todos os afligidos pela enfermidade humana; mais ainda, reconhece nos pobres e nos que sofrem a imagem do seu Fundador pobre e sofredor, procura aliviar as suas necessidades, e intenta servir neles a Cristo. Enquanto Cristo, «santo, inocente, imaculado» (Heb 7,26), não conheceu o pecado (2Cor 5,21), mas veio apenas expiar os pecados do povo (Heb 2,17), a Igreja, contendo pecadores no seu próprio seio, simultaneamente santa e sempre necessitada de purificação, exercita continuamente a penitência e a renovação. |
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